Simpósio [Trans] Gênero e Religião

18/11/2016 14:30

[Trans] Gênero e Religião: Diversidades, Resistências e Afetos

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Estão abertas inscrições para Minicursos, Pôster e Comunicação Oral e ainda ouvintes:

GT 1. (Trans) Gênero & Religião

GT 2. (Des)patologizando e (des)psiquiatrizando corpos desviantes da norma heterossexual e cisgênera

GT 3. Mulheres, religião e mídia: as violências naturalizadas

Minicurso 1. Sexo, gênero e orientação sexual: funções e disfunções na sociedade contemporânea

Minicurso 2. Religião a partir da perspectiva não-binárie: percursos acadêmicos e militantes

Minicurso 3. Telenovela Gabriela (2012) como dispositivo pedagógico para pensarmos relações de gênero

As inscrições e mais informações sobre o evento estão disponíveis no site:

 http://generoereligiao.wixsite.com/simposio

REVISTA CIÊNCIA E SAÚDE – edição 21.10

21/10/2016 10:38

Deficiência, Família e Sociedade : Ciência & Saúde Coletiva – edição 21.10 (outubro/2016)

Anahi Guedes, pesquisadora do Nigs, teve seu artigo selecionado para a Revista Ciência e Saúde – edição 21.10, publicada pela ABRASCO (Associação Brasileira de Saúde Coletiva), qual examina o tema da deficiência e sua abordagem pela saúde pública no Brasil e no mundo. Os trabalhos ressaltam as mudanças e tensões na compreensão conceitual da deficiência, na virada do Século XXI, e com isso se reflete em atitudes, práticas e políticas.

fonte: https://goo.gl/gGjODb

 
 
Deficiência, incapacidade e vulnerabilidade: do capacitismo ou a preeminência capacitista e biomédica do Comitê de Ética em Pesquisa da UFSC – Anahi Guedes de Mello

Acesse aqui o artigo:

 https://goo.gl/rPKxve

2016-08-01 11-27-20

NIGS REPRESENTA O DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA NO 26º SIC (Seminário de Iniciação Científica)

20/10/2016 16:03

Quando: 21/10/2016 às 11:00 hrs

Onde: Centro de Eventos UFSC | Sala: Goiabeira

Suzana Martins Costa graduanda de Antropologia e pesquisadora do NIGS, teve seu trabalho selecionado para o 26º Seminário de Iniciação Científica como bolsista do Projeto de Extensão Papo Sério – promovido e executado pelo Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades da UFSC no ano de 2015.

O trabalho apresenta o Projeto Papo Sério, ao longo dos nove anos (2007-2015), exibindo a vivência e a formação dos e das estudantes das escolas públicas da Grande Florianópolis. Deste modo, relata as quatro principais ações que fomentam a iniciativa do projeto: formação teórica das pesquisadoras e dos pesquisadores; prática de oficinas e docência; participação em datas comemorativas (como 8 de Março, Dia Contra Homofobia, Semana da Visibilidade Lésbica); e a realização do Concurso de Cartazes sobre Lesbo, trans, homofobia e heterossexismo nas escolas.

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Assista o vídeo aqui:

https://goo.gl/fyYW9e

Manifesto em contraposição aos retrocessos no debate sobre genero

03/03/2016 15:28

Brasília, 03 de março de 2016

Excelentíssimos senhores senadores e senadoras,

Nós, docentes e pesquisadores/as vinculados/as a Núcleos de Estudos e Pesquisas de várias universidades brasileiras, entidades, associações e fóruns acadêmicos viemos, por meio desta, manifestar nossa radical discordância em relação ao posicionamento público de alguns parlamentares brasileiros, em suas manifestações diversas de desrespeito em relação às estratégias de enfrentamento à violência e discriminação, baseadas em gênero, nas escolas e em outras instituições de nosso país.

Estarrecidos com a decisão recente da Câmara dos Deputados de excluir a expressão “perspectiva de gênero” do documento que orienta as competências do recém criado “Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e dos Direitos Humanos”, consideramos pertinente nos dirigir a vossas senhoras. Nossa inquietação reside, sobretudo, no fato de que este Ministério foi criado justamente para propor políticas públicas que visem coibir as violações de direitos humanos, entre elas a iniquidade de gênero, ou seja, a desigualdade de direitos entre homens e mulheres. Retirar a perspectiva de gênero é ignorar os fundamentos teóricos do debate que embasa a existência deste Ministério.

A recorrente e sistemática perseguição ao conceito de gênero, em diferentes instâncias, por alguns nos nossos legisladores revela, por um lado, absoluta ignorância em relação à produção científica nacional e internacional e, por outro lado, total irresponsabilidade e descaso em relação a recorrentes denúncias de violência no contexto da formação escolar, que resultaram na necessidade de medidas que visam coibir violência material ou simbólica, neste contexto; processo iniciado no Brasil, desde a década de 1970.

Como educadores/as, resta-nos evidenciar que:

1)  Gênero é teoria, não ideologia.

O campo de estudos de gênero tem mais de meio século de produção e alberga um conjunto de contribuições disciplinares e interdisciplinares, desenvolvidas especialmente no campo das Ciências Humanas, Sociais e da Saúde, reconhecidas internacionalmente pela comunidade acadêmica como produção científica.

2) Gênero não é plataforma de partido ou de movimentos sociais específicos, é ciência.

Os conceitos que embasam as teorias de gênero não podem ser atribuídos a um partido ou projeto político específico. Este tipo de argumento ignora toda a longa história e vasta bibliografia deste campo de produção científica. Ao mesmo tempo, a promoção da equidade de gênero não compreende uma agenda apenas do feminismo (de mulheres e homens) ou dos grupos LGBTI e sim um compromisso do país com conceitos consagrados por esta vasta produção científica, em diálogo com documentos e sistemas educacionais e com acordos internacionais, dos quais o Brasil é signatário. Um desses acordos é o Plano de Ação da Conferência de Populações e Desenvolvimento da ONU, 1994, do qual o Brasil é signatário. Desrespeitar acordos internacionais pode gerar graves constrangimentos diplomáticos, repercutindo diretamente na imagem positiva do nosso país, em fóruns mundiais.

3) Teorias de gênero têm fundamentado dispositivos que visam a promoção de direitos humanos

O conceito de gênero foi central para a institucionalização de tratados internacionais importantes e também para fundamentar legislação nacional relevante, como, por exemplo, a lei Nº 11.340/2006 (conhecida como lei Maria da Penha), que cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher e a Lei Nº 13.185/2015, que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (conhecida como lei Antibullying), que visa combater “todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo […], praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas” (art. 1º, par. 1º). Aqui se inclui tanto violência física, como também verbal, moral, sexual, social, psicológica, material ou virtual.

Do mesmo modo, as teorias de gênero fundamentaram a institucionalização do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos e, portanto, o termo gênero não pode ser arbitrariamente excluído, tendo por base argumentos insustentáveis do ponto de vista científico.

4) Ciência, religião e política são campos distintos

Conhecimentos científicos não podem ser arbitrariamente reinterpretados por outros campos sociais, na medida em que partem de princípios, métodos e fins distintos. Além disso, num país laico, como o Brasil, devemos tanto respeitar toda e qualquer confissão religiosa, como também garantir que não haja nenhuma interferência, de base religiosa, nas orientações, ações e documentos públicos, desenvolvidos pelo Estado, em prol do bem comum.

5) Dados exigem respostas.

Diversas pesquisas científicas têm demonstrado a urgência de enfrentar as formas diversas de discriminação, dentro e fora da escola. Por exemplo, pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), a pedido do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), intitulada “Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar”, revela que 96,5% dos/as entrevistados/as têm preconceito com relação a portadores de necessidades especiais, 94,2% têm preconceito étnico-racial, 93,5% de gênero, 91% de geração, 87,5% socioeconômico, 87,3% com relação à orientação sexual e 75,95% têm preconceito territorial. Esta pesquisa foi desenvolvida com uma amostra representativa de estudantes, pais e mães, diretores/as, professores/as e funcionários/as em escolas públicas de todo o país.

Outra pesquisa, coordenada pela socióloga Miriam Abramovay, com apoio do Ministério da Educação, da Organização dos Estados Íbero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), intitulada “Juventude nas Escolas”, informa que a homofobia é um dos principais tipos de preconceito na escola. Dentre os estudantes, quase 20% (19,3%) afirma não querer homossexuais, transexuais e travestis como colegas de classe, sendo a rejeição maior naqueles do ensino médio.

A literatura científica, baseada em pesquisas empíricas e em leituras históricas e epistemológicas, explicita os problemas éticos e conceituais da perseguição ao conceito de gênero, nas diferentes instâncias legislativas. Leis que ignorem a produção de conhecimento científico chancelam a violência e a discriminação e deslegitimam a cidadania de um enorme contingente de pessoas.

O silêncio (ou a omissão) diante desses dados é cúmplice da violência.

Não há uma ideologia de gênero e diversidade sexual, o que há são estudos de gênero e sobre sexualidade, produzidos a partir de critérios e procedimentos científicos, amplamente debatidos no universo acadêmico, na sociedade civil e nas instituições do Estado. Apesar desse campo de estudos, como, aliás, qualquer outro campo profícuo de conhecimento científico, nem sempre obter acordos no que diz respeito aos seus conceitos e resultados, há um consenso fortemente consolidado nas pesquisas no que diz respeito à presença das violências de gênero e da homofobia não somente nas escolas e nas universidades, como em toda sociedade, e, diante deste quadro, há necessidade de respostas urgentes e efetivas; não podemos retroceder.

Neste sentido, solicitamos de Vossas Senhorias que se manifestem contra qualquer ato que vise a exclusão do termo gênero de políticas públicas nacionais, afinal são propostas que visam, antes de tudo, à promoção da igualdade de direitos entre homens e mulheres e contra qualquer forma de discriminação ou violência.

 

 

Assinam este documento:

Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO)

Fórum Gênero e Sexualidade na Educação

Movimento “Por todas as famílias”

CEPIA – Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação (Rio de Janeiro)

CFEMEA – Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Brasília)

CIFG – Centro do Interesse Feminista e de Gênero (UFMG, Belo Horizonte)

CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (UERJ/ IMS, Rio de Janeiro)

DEGENERA – Núcleo de Pesquisa e Desconstrução de Gêneros (UERJ, Rio de Janeiro)

Demodê – Grupo de Estudos sobre Democracia e Desigualdades (UnB, Brasília)

GEMA – Núcleo Feminista de Pesquisas em Gênero e Masculinidades (UFPE, Pernambuco)

GENI – Grupo de Estudos de Gênero, Sexualidade e(m) Interseccionalidades na Educação e(m) Saúde (UERJ, Rio de Janeiro)

GEPEDIC – Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação, Diversidade e Cultura (UNESPAR/ Paranavaí)

GEPEM – Grupo de Estudos e Pesquisas “Eneida de Moraes” sobre mulheres e gêneros (UFPA, Belém)

GRUPESSC – Grupo de Pesquisas em Saúde, Sociedade e Cultura (UFPB, João Pessoa)

Grupo de Estudos em Gênero, Política Social e Serviços Sociais, (UnB, Brasília)

Grupo de Estudos em Saúde Coletiva, Educação e Relações de Gênero (USP, São Paulo)

Grupo de Pesquisa “Sexualidades, Cuidado e Políticas Públicas” (UFU, Uberlândia)

GESEC – Grupo de pesquisa Gênero, Sexualidade e Estudos Culturais (UFS, Aracaju)

Grupo de Pesquisas “Diversiones” (UFPE, Recife)

Grupo de Pesquisas sobre Gênero, Corporalidades, Direitos Humanos e Políticas Públicas (UEL, Londrina)

Instituto PAPAI (Recife)

LABTECC – Laboratório de Tecnologias, Ciências e Criação (UFMT, Cuiabá)

LEG – Laboratório de Estudos de Gênero, Poder e Violência (UFES, Vitória)

LIEIG – Laboratório Interdisciplinar de Estudos e Intervenção em Políticas Públicas de Gênero (UFRJ, Rio de Janeiro)

MARGENS – Modos de vida, família e relações de gênero (UFSC, Florianópolis)

Não Cala! Rede de Professoras e Pesquisadoras da USP pelo fim da violência sexual e de gênero (USP, São Paulo)

NAU – Núcleo de Análises Urbanas (FURG, Rio Grande, RS)

NEG – Núcleo de Estudos de Gênero (UFPR, Curitiba)

NEIM – Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher (UFBA, Salvador)

NEPeM – Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre a Mulher (UnB, Brasília)

NESEG – Núcleo de Estudos de Sexualidade e Gênero (UFRJ, Rio de Janeiro)

NUCED – Núcleo de Estudos sobre Drogas (UFC, Fortaleza)

Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher (UFMG, Belo Horizonte)

NESP – Núcleo de Estudos em Saúde Pública (UFPI, Parnaíba)

Núcleo “Religião, Gênero, Ação Social e Política” (UFRJ, Rio de Janeiro)

NUDERG – Núcleo de Estudos sobre Desigualdades Contemporâneas e Relações de Gênero (UERJ, Rio de Janeiro)

NUH – Núcleo de direitos humanos e cidadania LGBT (UFMG, Belo Horizonte)

NUMAS – Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença (USP, São Paulo)

NUPEGE – Grupo de Pesquisas e Estudos em Gênero (UFRPE, Recife)

NUPSEX – Núcleo de Pesquisa em Sexualidade e Relações de Gênero (UFRGS, Porto Alegre)

PAGU – Núcleo de Estudos de Gênero (Unicamp, Campinas)

(R)existências e metaquestões dos marcadores de diferença (UEL, Londrina)

Ser-Tão – Núcleo de Pesquisas em Gênero e Sexualidade (UFG, Goiânia)

Semana NIGS Semana de Ensino Pesquisa e Extensão

12/11/2015 09:02

Os estandes da SEPEX vão estar montados no campus Florianópolis da UFSC entre os dias 11 e 14/11.

Quem se interessa por questões de identidade de gênero pode passar pelo estande do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) e conversar com o pessoal da equipe sobre o trabalho desenvolvido na UFSC.

E na quinta-feira tem um espetáculo de dança que ajuda a refletir sobre o capacitismo, confira no link da nossa página do Facebook.

Vencedores do Concurso de Cartazes NIGS

21/10/2015 09:44

Lista com os vencedores de cada uma das categorias do nosso Concurso.

POPULAR PRESENCIAL – ENSINO MÉDIO: “Viva a diversidade” EEB Cel. Antônio Lehmkuhl; “Educação liberta” Instituto Federal Catarinense – Camboriú; “Lesbofobia” EEB Cecília Rosa Lopes.

POPULAR FACEBOOK: “Diga não ao preconceito, aceite o amor” EEB Cel. Antônio Lehmkuhl; “O amor não tem opção sexual, o amor acontece” EEB Cel. Antônio Lehmkuhl; “Gay is okay” EBM Beatriz de Souza Brito.

JÚRI CIENTÍFICO – EJA: “Diga Não a homofobia” EJA Núcleo Centro 2 – Saco Grande/Serrinha; “Seja” Presídio Regional de Tijucas – CEJA; “No nosso vocabulário não existe homofobia” EJA Núcleo Centro 2 – Saco Grande/Serrinha.

JÚRI CIENTÍFICO – ENSINO MÉDIO: “Qual a cor e orientação do seu preconceito?” EEB Cel. Antônio Lehmkuhl; “A diversidade é natural, a intolerância não” EEB Prof. Laércio Caldeira de Andrada; “Prisão sem muros” EEB Dr. Paulo Fontes.

POPULAR PRESENCIAL – ENSINO FUNDAMENTAL: “Como Deus não comete erros, estamos no caminho certo” EEB Cel. Antônio Lehmkuhl

JÚRI CIENTÍFICO – ENSINO FUNDAMENTAL: “O amor significa respeito” EEB Zulma Becker

JÚRI CIENTÍFICO – EDUCAÇÃO INFANTIL: “Ninguém é igual a ninguém” CAIC Prof. Febrônio Tancredo de Oliveira; “Respeito e amor para todos” Creche Idalina Ochôa; “Respeitando as diferentes organizações familiares” Creche Idalina Ochôa.

EDUCADORAS(ES) DESTAQUE: Maria Gabriela Abreu, Robson Fernandes, Patrícia Alves, Maria Luiza Lopedote, Érica Gonçalves, Rosa Cristina Costa, Simone Carpes Paternoster.

Veja os cartazes na nossa página do Facebook.

Venha conhecer os cartazes do VII Concurso de Cartazes sobre Lesbo-Trans-Homofobia e Heterossexismo nas Escolas

07/10/2015 11:47

Alunas e alunos de 37 escolas produziram centenas de cartazes para o maior Concurso de Cartazes que o NIGS já realizou. E a partir dessa sexta-feira, dia 8, você pode conhecer resultado desse trabalho.

O QUE: Exposição do VII Concurso de Cartazes sobre Lesbo-Trans-Homofobia nas escolas, com urnas para que os visitantes votem em seus cartazes favoritos e elejam os premiados.

QUANDO: De 08/10 a 16/10, de segunda a sexta no horário de funcionamento da UFSC (entre 08:00 e 22:00).

ONDE: Hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). 

Equipe do Papo Sério começa as visitas ás escolas na semana que vem

17/09/2015 11:17

A equipe do projeto Papo Sério, ligado ao Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades, estará visitando as escolas inscritas no VII Concurso de Cartazes sobre Lesbo-Trans-Homofobia e Heterossexismo a partir desta segunda-feira, dia 21 para conhecer os trabalhos produzidos pelas alunas e alunos.
Entraremos em contato com cada uma das escolas para decidir os melhores dias e horários para essas visitas, durante as quais serão escolhidos os cartazes vencedores dos prêmios NIGS. Professores e profissionais da administração da escola que possuam alguma dúvida sobre as visitas podem entrar em contato através do e-mail

Ligue 180 pelo combate a violência contra a mulher

16/09/2015 09:13

Nós do NIGS, como da Secretária de Políticas para as Mulheres(SPM) e grupo comprometido com o fim da violência sexista que atinge mulheres em todo o país, gostaríamos de lembrar a que o Governo Federal conta com a Central de Atendimento à Mulher, telefone 180. Desde ano passado o 180 funciona como disque-denúncia, possibilitando que qualquer um que tenha conhecimento ou suspeite de um caso de violência contra a mulher, denuncie o caso de forma completamente anônima.

Faça aqui sua inscrição para o VII Concurso de Cartazes contra Lesbo-Trans-Homofobia e Heterossexismo nas escolas

09/09/2015 11:50

O VII Concurso de Cartazes contra Lesbo-Trans-Homofobia e Heterossexismo encerra as inscrições para novas escolas nessa sexta-feira, dia 11.

Se você, profissional de educação, deseja inscrever sua escola, preencha o formulário de inscrição aqui.

Lembrando que qualquer escola pública de ensino básico (infantil ao médio, incluindo EJA) pode participar e a não existe custo de inscrição.

Os cartazes devem ser inscritos até o dia 25 de setembro e a exposição acontece na UFSC entre os dias 6 e 16 de outubro.

Para conferir todas as regras e informações sobre o Concurso acesse o edital.

Resultado do Edital de seleção de bolsistas

09/09/2015 11:05

Está disponível para consulta o resultado do processo de seleção de bolsistas para o NIGS e o IEG.

Foram 2 bolsistas para projetos específicos (um@ para o Papo Sério e outr@ para o Mundo de Mulheres) e 2 para funções de apoio especializadas (informática e assessoria de imprensa).

Mais informações aqui.

Edital de Seleção para Bolsistas 2015-2

24/08/2015 11:22

O Instituto de Estudos de Gênero (IEG) e o Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS), vinculados ao Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina, tornam público que estão abertas as inscrições para o processo seletivo de bolsistas de estágio e extensão para atuar em diferentes projetos ligados aos estudos feministas e de gênero.

O edital é aberto para todos os cursos de graduação da UFSC e estimula-se a inscrição de estudantes negras/os, indígenas, com deficiência e pessoas trans. Confira abaixo:

Edital de Seleção

 

Para mais informações:

E-mail: 

Telefone: (48) 3721-6440, com Adriana Barth, no período das 09:00 às 13:00 horas.

Pesquisadora do NIGS participa de fórum temático

18/07/2015 15:21
Entre os dias 19 a 22 de julho de 2015, a antropóloga Jainara Oliveira, pesquisadora do NIGS/UFSC e doutoranda em antropologia do PPGAS/UFSC, participará do Fórum Temático “Gênero e sexualidades: perspectivas transregionais e transdisciplinares”, como palestrante e debatedora, e, como expositora de comunicação oral no Grupo de Trabalho “Antropologia das Emoções e da Moralidade”, as duas atividades integram a programação da V Reunião Equatorial de Antropologia e XIV Reunião de Antropólogos do Norte e Nordeste, realizadas em Maceió, Alagoas.

Evento sobre os 40 anos da independência de Cabo Verde terá palestra sobre Violência na Relação de Gênero

02/07/2015 11:01

Palestras e atrações culturais com o tema “40º Aniversário da Independência de Cabo Verde: o que mudou nesses quarenta anos” serão realizadas no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), no dia 2 de julho, às 14 horas. O objetivo é promover um debate entre professores, estudantes africanos, e a comunidade acadêmica da UFSC sobre o tema, visando promover um melhor conhecimento da história e da cultura de Cabo Verde.

Programação do Evento:

14h- Cerimônia de abertura;
14h20 – Palestra: Teatro Pós -independência –  Professor Helder Antunes
14h50 – Atuação cultural
15h – Palestra: Violência na Relação de Gênero – Mestra Carmelita Silva
15h30 – Atuação cultural
15h35 – Intervalo
15h55 – Atuação cultural
16h – Palestra: Sucesso/Insucesso de Estudantes no Estrangeiro- Dr. Gastão Frederico
16h30 – Apresentação das potencialidades turísticas das ilhas de Cabo Verde- Graduandos
17h – Cerimônia de enceramento.

Mais informações no site.

Conheça Carmelita Silva:
Carmelita de Afonseca Silva é licenciada em Sociologia Vertente Ensino pela Universidade Jean Piaget de Cabo Verde (2005), Mestre em Ciências Sociais, pelas Universidades Pública de Cabo Verde (Uni-CV) e Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) (2010) e Doutoranda em Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina. Professora na categoria Assistente Graduado do Departamento de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Pública de Cabo Verde desde 2008, atua no Programa de Graduação em Ciências Sociais da mesma universidade. Foi Diretora do Centro de Investigação e Formação em Gênero e Família (CIGEF) da Uni-CV (gestão 2010-2013), onde se desenvolvem pesquisas, ações de formação e atividades de extensão universitária nos domínios de: Interações e Dinâmicas Familiares; gênero e relações de poder; gênero e migrações, gênero e violências e Gênero e desenvolvimento. Professora visitante na Universidade Complutense de Madrid (Outubro-Novembro de 2012). Membro de grupos de pesquisas inter-universitárias: Na Universidade de La Laguna – Canárias (Educação para o desenvolvimento sustentável), Universidade de Lousanne Suíça (Feminização da luta contra pobreza e as organizações não governamentais), Universidade de Brasília (Transformações do mundo de circulação nas formas estabelecidas de sociabilidade). Desenvolve pesquisas nas áreas de: Gênero e relações de poder nos espaços doméstico e público; Interações e dinâmicas familiares na contemporaneidade; mobilidades no espaço CEDEAO e seus efeitos na reconfiguração identitária; impacto das desigualdades sociais na e perante a escola e a Violência Baseada no Gênero (VBG) em Cabo Verde.

(fonte: Currículo Lattes)

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