Grupos de Estudo

Entre as atividades realizadas regularmente pelo NIGS estão os grupos de estudos, que  são momentos abertos a pessoas interessadas estudar gênero e sexualidade e, em particular aos estudantes de Ciências Sociais que se matriculam em Pratica de Pesquisa I ou II no NIGS.
Coordenados por um/a estudante de mestrado, doutorado ou pós-doutorado, eles se estruturam em encontros semanais ou quinzenais onde se fazem leituras e discussão de textos sobre temas escolhidos pela equipe a cada semestre.  A participação efetiva no Grupo de Estudos, garante certificado de atividade de extensão emitido pelo NIGS no final de cada semestre.

2015.1 - GENIGS

O GENIGS teve como objetivo realizar formação teórica e metodológica sobre gênero, sexualidade, educação e políticas públicas da equipe de bolsistas vinculadas/os ao projeto Papo Sério.

DATA LOCAL TEMA E MINISTRANTE
25/03 Sala 618 CED Transexualidades – Melissa Barbieri
1º/04 Miniauditório CFH Homofobia na escola – Virgínia Nunes
08/04 Sala Multiusos Geografia Estudos da deficiência e Teoria Crip – Anahi Guedes
15/04 Miniauditório CFH Nome social e nome civil – Crishna Correa
29/04 Miniauditório CFH Lesbianidades – Jainara Oliveira e Anna Amorim
06/05 Sala HASSIS – CCE Bloco B Questões de gênero e violência contra a mulher – Carmelita Afonseca
13/05 Mutirão de Oficinas Papo Sério em Escolas
20/05 Miniauditório CFH Políticas de Sexualidade e Gênero na América Latina -Mario Pecheny
27/05 Sala de reuniões CED Projeto Magdalena: performance e gênero em uma rede de mulheres – Marisa Naspolini
03/06 Miniauditório CFH Mulheres na política – Alessandra Ghiorzi
10/06 Auditório Henrique Fontes (CCE -UFSC) As políticas educacionais no Brasil e os desafios para lidar com as questões de gênero, raciais e diversidade sexual – Sandra Gouretti Unbenhaum, Fundação Carlos Chagas
17/06 Miniauditório CFH Intersecções entre gênero e relações étnico-raciais: diálogos entre representações literárias, movimentos estéticos e de mulheres negras – Luciana Silveira e William Conceição
01/07 Miniauditório CFH Feminismo no século XIX – Izabela Liz Schlinwein

O Relatório das atividades pode ser encontrado aqui. Links para alguns materiais de consulta: Tese TRAVESTIS NA ESCOLA: ASSUJEITAMENTO E RESISTÊNCIA À ORDEM NORMATIVA, projeto da LEI DE IDENTIDADE DE GÊNERO, artigo ENVELHECIMENTO, TRAJETÓRIAS E HOMOSSEXUALIDADE FEMININA, artigo VIOLÊNCIA CONJUGAL EM CABO VERDE: ANÁLISE DE NARRATIVAS DE MULHERES VÍTIMAS, artigo POR ONDE CAMINHAM ESSAS MULHERES?, artigo NARRATIVAS FUNDADORAS DO FEMINISMO: PODERES E CONFLITOS (1970-1978), livro POLÍTICA E COTIDIANO: ESTUDOS ANTROPOLÓGICOS SOBRE GÊNERO, FAMÍLIA E SEXUALIDADE, resenha A INVENÇÃO DAS CATEGORIAS TRAVESTI E TRANSEXUAL NO DISCURSO CIENTÍFICO, artigo A TEORIA QUEER E A QUESTÃO DAS DIFERENÇAS: POR UMA ANALÍTICA DA NORMALIZAÇÃO, trabalho TRANSEXUALIDADE E MOVIMENTO TRANSGÊNERO NA PERSPECTIVA DA DIÁSPORA QUEER, artigo EDUCAÇÃO NÃO COMBINA COM VIOLÊNCIA: UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE VIOLÊNCIA LESBOFÓBICA NO CONTEXTO UNIVERSITÁRIO, tese ENTRE O “ENCARDIDO”, O “BRANCO” E O “BRANQUÍSSIMO”: RAÇA, HIERARQUIA E PODER NA CONSTRUÇÃO DA BRANQUITUDE PAULISTANA, TCC ARRANJOS DA BRANQUITUDE EM JORGE AMADO: A OBRA TENDA DOS MILAGRES (1969) ENTRE A AMBIVALÊNCIA DA MESTIÇAGEM E O FORTALECIMENTO DA CULTURA BRASILEIRA. .

2014.2 – GÊNERO E POPULAÇÕES INDÍGENAS

Os Seminários “Gênero e Populações Indígenas” são fruto de diálogos acadêmicos realizados, principalmente, entre o Núcleo de Estudos de Populações Indígenas (NEPI) e o Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS). Visam uma reflexão acerca das aproximações teóricas entre os campos da etnologia indígena e dos estudos de gênero, ainda modesta na antropologia brasileira. Neste segundo semestre de 2014, constam de três encontros localizados no âmbito dos Seminários “Paisagens Culturais, Tradições de Conhecimento e Territorialidades” (NEPI), integrando o eixo gênero/terra/populações tradicionais.

Confira aqui a programação completa

2013.2 – JUVENTUDES, EDUCAÇÃO E SEXUALIDADES

Atividade que consistiu em cinco encontros nos quais foram abordadas as seguintes temáticas: Sexualidades não normativas e currículos escolares; Trans-experiências e contextos escolares; Educação e Homofobia e (Boas) Práticas no tratamento da sexualidade no cotidiano escolar. As reuniões eram quinzenalmente, às quintas-feiras, das 12h50 às 14h20, na sala 302 do CFH.

Confira aqui o cronograma completo do Grupo de Estudos

2013.2 – MASCULINIDADES

Grupo quinzenal de quartas-feiras, no horário das 12h50 às 14h20, na sala 308 do CFH, cuja a duração foi de seis encontros. Confira aqui os textos abordados 

GÊNERO, FEMINISMO E CIÊNCIA

Têm por objetivo formar alunxs de graduação e pós-graduação nos debates em torno das epistemologias feministas, construindo assim uma base sólida de reflexão no campo dos estudos de gênero e sexualidades. Os programas apresentados a cada semestre procuram abarcar uma grande variedade de vertentes da crítica feminista à ciência, abrangendo tanto correntes hegemônicas quanto não hegemônicas, autoras centrais e periféricas, além de temas consagrados e em vias de constituição. Os grupos de estudos são abertos a estudantes não associadxs ao NIGS, além de profissionais interessados em formar-se nessa temática.

Confira detalhes das edições 2012.1, 2012.2,  2013.2 e  2014.1

Links para alguns materiais de consulta: artigo “AVENTUREIRAS” NAS CIÊNCIAS: REFLETINDO SOBRE GÊNERO E HISTÓRIA DAS CIÊNCIAS NATURAIS NO BRASIL e livro O FEMINISMO MUDOU A CIÊNCIA?

2011.1 – RITUAIS DE PASSAGEM

Objetivou introduzir e refletir categorias teóricas da Antropologia com bolsistas de iniciação científica do Ensino Médio vinculados ao NIGS e com calouros de cursos de graduação da UFSC. Num primeiro momento discutir categorias como cultura, etnocentrismo, alteridade, preconceito, discriminação, relativização. Num segundo momento, discutir as categorias de rito, ritual, performance, etapas e características como iniciação, fronteira, passagem, plasticidade, polissemia e questões relativas a gênero. Mais informações neste relatório.

2008.1 - AMOR

Referências bibliográficas:

AZEVEDO, Thales de. As regras do namoro à antiga. São Paulo: Ática, 1986.

BAUMAN, Zygmunt. Amor líquido: sobre a fragilidade das relações humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004.

GIDDENS, Anthony. A transformação da intimidade: sexualidade, amor e erotismo nas sociedades modernas. São Paulo: Unesp, 1993.