Reconhecimento Internacional

27/04/2015 14:26

Programa ‘Cátedra doutora Ruth Cardoso’ da Universidade de Columbia seleciona professora da UFSC

A antropóloga Miriam Pillar Grossi, professora e pesquisadora do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi selecionada para o programa “Cátedra Fulbright doutora Ruth Cardoso”, na Universidade de Columbia, em Nova York (EUA), onde ela ministrará, de janeiro a maio de 2016, um curso sobre movimentos sociais e teoria feminista no Brasil. Além disso, aprofundará suas pesquisas sobre a história de mulheres antropólogas em diferentes países do mundo, dedicando-se a trabalhar nos arquivos da universidade  sobre as pioneiras da disciplina nos Estados Unidos.

A  tradicional e conceituada Universidade de Columbia, a quinta mais antiga dos Estados Unidos da América (EUA), foi classificada como a 10ª melhor universidade do mundo no Times Higher Education 2015. Mais de 40 vencedores do prêmio Nobel e três presidentes dos EUA  um deles é Barack Obama  destacam-se como ex-alunos notáveis da instituição.
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Submissão de trabalhos para o II Seminário Internacional Desfazendo Gênero

15/04/2015 08:39

Caros/as/xs

Convidamos-vos para submeter trabalhos no Simpósio Temático 76- Sexualidades dissidentes, Emoções e Moralidades, do II Seminário Internacional Desfazendo Gênero.

As inscrições e submissões de resumos expandidos para os simpósios devem ser feitas pelo www.desfazendogenero.ufba.br, no período de 1 a 30 de abril de 2015.

Coordenadoras:
Jainara Oliveira (NIGS/PPGAS/UFSC)
Denise Machado Cardoso (PPGSA/UFPA)
Tarsila Chiara Santana (PPGAS/UFRN)

Debatedores:
Miltinho Ribeiro (UFPA)
Marcio Zamboni (USP)

 

Resumo do ST: Neste Simpósio Temático se busca problematizar as ambiguidades e ambivalências constitutivas da tensa relação entre subjetividade e objetividade na construção do social, deste modo, se pretende analisar os sistemas normativos que produzem hierarquias morais e delimitação de fronteiras de inteligibilidade sobre as experiências sexuais dissidentes. Assim, se objetiva discutir a tensão entre os enunciados normativos que sustentam a heterossexualidade compulsória e a matriz heterossexual, produzindo e organizando uma coerência interna e linear de inteligibilidade do gênero e da sexualidade e, os campos de possibilidades que permitem fissuras, divergências e conflitos que desestabilizam os sistemas normativos e os modelos hegemônicos que prescrevem formas de produzir as experiências de estilizações sexuais. Para tanto, se procura problematizar os regimes de normalização que governam a inteligibilidade social da ação, particularmente as normas que são incorporadas e reconhecidas pelos atores sociais, assim, o foco deste ST recai sobre os diálogos que são produzidos entre os dispositivos de controle e normalização das relações afetivo-sexuais dissidentes, as políticas da moralidade e a gramática da micropolítica das emoções, como discurso ou prática discursiva. Trata-se, portanto, de analisar os diferentes modos pelos quais os atores sociais dramatizam as diversas configurações de valores em uma sociabilidade dada e de entender como a participação destes atores sociais em um estilo de vida e em uma visão de mundo pode vir a implicar em uma demarcação de fronteiras simbólicas e em uma elaboração de identidades relacionais em seus mais diferentes aspectos, ou seja, se busca problematizar as particularidades que constituem uma identidade adquirida, em função de uma trajetória alicerçada a partir de campos de possibilidades e projetos individuais. Dado o exposto, neste ST, a proposta será reunir trabalhos que versam sobre a relação entre dissidências sexuais, emoções e moralidades, particularmente sobre desvio, acusação, estigma; orgulho, aceitação, respeito, reconhecimento; vergonha, insulto moral, injúria; abjeção, humilhação, ressentimento, xingamento; risco, perigo, medo; segredo, mentira, confiança, confiabilidade; pertencimentos, motivações, relevâncias e individualidade, entre outros possíveis recortes.

Colóquio Internacional TransOceanik

17/05/2013 18:21

Pesquisadores da França e Austrália discutem questões da antropologia com brasileiros

Transoceanik

Evento de 27 a 29 de maio terá nove mesas redondas com cerca de 50 antropólogos na UFSC. Inscrições abertas em http://transoceanik.paginas.ufsc.br/inscricao/

Pesquisadores de diferentes nacionalidades vinculados a instituições acadêmicas da França e Austrália estarão na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) de 27 e 29 de maio para o Colóquio Interacional TransOceanik – Interfaces Borradas: questionando normas, classificações e primado da linguagem (confira a programação abaixo).

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Encontro internacional

03/10/2012 18:11

Estudantes da UFSC participam de organização e apresentação de trabalhos em Jornada na França

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O tema “Marcadores sociais da diferença: estudos brasileiros em Toulouse” será discutido por pesquisadores brasileiros que estudam em Toulouse, na França, nesta sexta-feira, dia 5 de outubro.

A jornada de estudos é uma atividade do Programa de Investigação de Gênero, Parentesco e Sexualidade – um estudo comparativo entre França e Brasil, financiado pela Capes e Cofecub, órgãos brasileiro e francês. “A iniciativa pretende estender a análise coletiva como parte da relação franco-brasileira e desenvolver uma rede de colaboração científica entre os dois países”, detalha um dos organizadores da Jornada, Felipe Bruno Martins Fernandes, pós-doutorado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales e pesquisador do Núcleo de Identidades e Subjetividades (NIGS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Também fazem parte desta equipe de trabalho duas doutorandas do Programa Interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – Daniela Noveli e Melina Ayres de la Barrera (confira a programação abaixo).

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Jornada na França

01/08/2012 13:15


Les marqueurs sociaux de la différence: Études Brésiliennes à Toulouse 

Data: 05 de outubro de 2012

Local: Espace des diversités et de la laïcité | Centre LGBT | 38, rue d’Aubuisson – 31000, Toulouse
Realização: APEB-Fr (Direção Regional Sudoeste) | Université Toulouse II – Le Mirail | Universidade Federal de Santa Catarina | LISST-CAS | NIGS/UFSC | CAPES/COFECUB
Contatos: 

Conferência internacional

04/06/2012 20:58

 Pós-doutorando da UFSC apresenta conferência em Paris

O pós-doutorando Felipe Fernandes (foto acima), do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), apresentou este mês uma conferência no Ciclo de Palestras Praça Pública, da escola lacaniana, em Paris. O evento foi promovido pela revista de psicanálise “L’ Unebévue” (http://tinyurl.com/859slhu).

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Entrevista

10/03/2012 02:08

Pesquisadores do NIGS na RBS TV 

Da esquerda para a direita: Bruno Cordeiro, Tânia Welter, Rubia Laidens, Mareli Graupe e Nattany Rodrigues

Da esquerda para a direita: Bruno Cordeiro, Tânia Welter, Rubia Laidens, Mareli Graupe e Nattany Rodrigues

 

No Dia Internacional de Luta das Mulheres, os pesquisadores do NIGS Tânia Welter, Mareli Graupe e Bruno Cordeiro foram entrevistados pela repórter Rubia Laidens, do Bom Dia Santa Catarina.  O tema foi o manifesto visual que chama a atenção pela estética para questões sérias, como  a violação dos direitos humanos das mulheres e o respeito a seus direitos sexuais e reprodutivos.

Confira a reportagem: Vídeo da entrevista do NIGS na RBS TV

Luta internacional

09/03/2012 14:06

UFSC e Udesc vestiram roxo no Dia Internacional da Mulher

Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades

Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades organizou manifesto no hall do CFH

O Dia Internacional da Mulher foi marcado por um manifesto visual no hall do Centro Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Estudantes, professores, pesquisadores e visitantes foram convidados a vestir roxo neste dia de luta pela igualdade de mulheres e homens.As comemorações, palestras, atividades e manifestações realizadas do dia 8 de março estiveram vinculadas às reivindicações feministas pelo direito a autonomia e prazer, por melhores condições de trabalho, por uma sociedade mais justa e igualitária para todas e todos.

Nosso manifesto neste ano seguiu a proposta de transformar o mundo pela estética e visa fomentar a discussão e a conscientização de que as políticas públicas são necessárias para a redução da desigualdade, da discriminação, da violência, da violação dos direitos humanos das mulheres e no respeito a seus direitos sexuais e reprodutivos

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