Artigo

16/04/2013 17:14

“Mulheres no mercado de trabalho”

 

Acesse a reportagem que foi publicada agora em abril, na Revista da Fundação Getúlio Vargas, sobre a divisão sexual do trabalho. Visualizar

Autoras: professora doutora da UFSC Miriam Pillar Grossi, doutoranda em antropologia Jimena Massa e doutoranda em ciências humanas Izabela Liz Schlindwein.

Audiência pública

05/05/2012 17:12

 Aula de gênero na Assembleia Legislativa

A disciplina de Seminário Temáticos de Gênero ocorreu do lado de fora da UFSC no dia 4 de maio. A aula em nível de pós-graduação, da professora Miriam Grossi, foi realizada na Assembleia Legislativa de SC, durante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência Contra a Mulher. Estas audiências públicas ocorrem em diferentes lugares do País para apontar falhas na aplicação da Lei Maria da Penha ou denunciar omissões do poder público.

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Cinema

05/04/2012 17:38

Curta “Djero encontra Iketut em Bali” é lançado na mostra Docs do Navi

Frame do curta que será apresentado na Lagoa

Frame do curta que será apresentado na Lagoa

O curta-metragem Djero encontra Iketut em Bali, dirigido pelas antropólogas e professoras da UFSC Carmen Rial e Miriam Grossi será lançado, nesta quinta-feira, 5 de abril, às 20 horas, na Praça Bento Silvério, na Lagoa da Conceição. Esta exibição faz parte da programação da Mostra de Documentários do Navi – Núcleo de Antropologia Visual e Estudos da Imagem que acontece, quinzenalmente, na pracinha da Lagoa. A mostra tem parceria com a Casa das Máquinas. As projeções, sempre que o tempo permite, são realizadas na pracinha. Em caso de chuva, são transferidas para o interior da Casa das Máquinas. Ainda serão exibidos, na quinta-feira, os filmes “Os Seres da Mata” e “Trance and Dance in Bali”.

O curta-metragem “Djero encontra Iketut em Bali”, estreante em Florianópolis, mostra o encontro de dois balineses: um jovem, Djero, motorista na Bali turística da costa, e de um velho, Iketut, morador do vilarejo Desa Bayun Gede, local este estudado pela antropóloga norte-americana Margaret Mead e por seu marido, o antropólogo inglês Gregory Bateson, na década de trinta. Esta pesquisa marcou o inicio da antropologia visual contemporânea. Através deste curta, Carmen Rial e Miriam Grossi revisitam as imagens feitas por Mead e Bateson, comparando-as com imagens atuais daquele vilarejo no alto de uma montanha.

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Cinema

13/03/2012 22:27

 “Germaine Tillion: onde há perigo sempre a encontramos”

Germaine Tillion, aluna de Marcel Mauss

Confira o vídeo “Germaine Tillion: onde há perigo sempre a encontramos”, produção que aborda a trajetória de uma das mais importantes antropólogas francesas do século 20, inserida em um projeto de pesquisa sobre a história da antropologia a partir de uma perspectiva feminista. A produção leva a assinatura de Miriam Pillar Grossi e Carmen Silvia Rial, professoras da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Aluna de Marcel Mauss, Germaine Tillion fez etnografias de sociedades touareg do sul da Argélia, que fundamentaram uma parte de sua produção teórica. Como membra do Musée de l’Homme, participou do movimento de resistência à ocupação nazista de Paris, sendo enviada como prisioneira ao campo de concentração de Ravensbrück; experiência que determinou outra parte de sua obra, sobre os campos de concentração e o nazismo.

Veja no link abaixo a produção sobre Germaine Tillion e outros vídeos do NIGS.

Germaine Tillion: onde há perigo sempre a encontramos

http://vimeo.com/38207832

Teatro

12/03/2012 04:03

Quem é Augustine?

Elenco de "Retrato de Augustine" minutos antes de despir-se do figurino para debater a peça com os estudantes da UFSC

Elenco de “Retrato de Augustine” minutos antes de despir-se do figurino para debater a peça com os estudantes da UFSC

O elenco de “Retrato de Augustine” – das dramaturgas Peta Tatit e Matra Robertson – tirou a roupa do figurino e voltou para o palco para discutir a peça com o público logo após apresentação no Sesc Prainha, neste domingo.

As questões apresentadas pelo roteiro foram debatidas com os alunos da professora Miriam Grossi, que também estava presente, mediando as questões de ciência, gênero e psicanálise, ao lado da diretora e responsável pela concepção e tradução da peça Brigida Miranda, que também falou sobre a criação do projeto e bastidores.

Na sinopse, Augustine (Juliana Riechel) é uma jovem de 15 anos do século 19 retratada pela recente tecnologia da fotografia, considerada na época como um registro fiel da realidade. Entre 1876 e 1880, ela é analisada pelo neurologista Jean-Martin Charcot (José Ronaldo Faleiro) – com quem Freud estudaria alguns anos depois. O médico e sua equipe buscam catalogar os ciclos da histeria no Hospital La Salpêtrière, em Paris, por meio de técnicas como a hipnose. Ao longo dos anos, Augustine passa por momentos de lucidez e devaneios, tornando-se uma espécie de “diva da histeria” para a medicina.

Confira mais informações em: http://www.ceart.udesc.br/noticias/2012-02-28_retratodeaugustine.php

Entrevista

07/03/2012 12:19

Especialista discute os papéis sociais da mulher na contemporaneidade

Acesso ao mercado de trabalho, violência contra a mulher e legalização do aborto são alguns dos temas ainda relevantes para a questão das mulheres

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Miriam Grossi, coordenadora do Instituto de Estudos de Gênero da UFSC

O Globo Ciência apresenta a vida e o pensamento de dois dos mais importantes intelectuais do século 20, o casal Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir. As ideias de Beauvoir serviram de combustível para o movimento feminista. De lá para cá, as mulheres vêm conquistando cada vez mais espaço na sociedade, desempenhando papeis que há alguns anos eram impensáveis. Mas, de acordo com a professora do Departamento de Antropologia e coordenadora do Instituto de Estudos de Gênero da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Miriam Grossi, ainda há mais o que se conquistar: “No Brasil, temos uma contradição, que mostra justamente como as questões do feminismo não são iguais no mundo inteiro: aqui, o aborto é criminalizado.A criminalização do aborto é uma situação que coloca o Brasil, no que diz respeito às conquistas feministas, muito atrás de outros países com o mesmo índice de desenvolvimento.”

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