Manifesto

11/03/2012 13:43

Somos mulheres, estudantes e feministas!

O 8 de Março é uma data histórica na luta contra a opressão das mulheres de todo o mundo e nós mulheres estudantes também estamos nessa luta! Apesar das inúmeras vitórias conquistadas pelas mulheres ao longo dos anos, muitos são os desafios para nossa emancipação. Não podemos nos enganar com o discurso triunfalista. O machismo ainda existe e é estruturante no sistema vigente. Ele organiza a divisão social do trabalho definindo tarefas de homens e de mulheres e seus papéis na sociedade, além de mercantilizar o corpo da mulher.

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Cinema

11/03/2012 02:35

Curtas-metragens para fazer pensar

Mostra de curtas estimulou o debate sobre as construções de masculinidade e feminilidade

Mostra de curtas estimulou o debate sobre as construções de masculinidade e feminilidade

O Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) propôs um debate sobre duas produções brasileiras para quem passou pelo Sesc Cacupé (http://turismo.sesc-sc.com.br/turismo/hotel-cacupe), neste sábado (dia 10 de março).
A apresentação dos vídeos “Acorda Raimundo, Acorda” (1990, Alfredo Alves) e “A Vovozinha e o Feminismo” (2012, de Renata Druck) fez parte da programação do “Sábado da Mulher”, promovida pelo Bazar Coisas de Mãe, que expôs nos quiosques peças exclusivas feitas a mão.
“Acorda Raimundo, Acorda” aborda as relações de gênero pelo cotidiano de Raimundo (Paulo Betti) e Marta (Eliane Giardini). Enquanto Marta sai para o trabalho, Raimundo cuida da casa e precisa lidar com a dependência financeira e violência psicológica da mulher. O curta é um convite à leitura de autoras como Margaret Mead, de “Sexo e Temperamento”.

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Entrevista

10/03/2012 02:08

Pesquisadores do NIGS na RBS TV 

Da esquerda para a direita: Bruno Cordeiro, Tânia Welter, Rubia Laidens, Mareli Graupe e Nattany Rodrigues

Da esquerda para a direita: Bruno Cordeiro, Tânia Welter, Rubia Laidens, Mareli Graupe e Nattany Rodrigues

 

No Dia Internacional de Luta das Mulheres, os pesquisadores do NIGS Tânia Welter, Mareli Graupe e Bruno Cordeiro foram entrevistados pela repórter Rubia Laidens, do Bom Dia Santa Catarina.  O tema foi o manifesto visual que chama a atenção pela estética para questões sérias, como  a violação dos direitos humanos das mulheres e o respeito a seus direitos sexuais e reprodutivos.

Confira a reportagem: Vídeo da entrevista do NIGS na RBS TV

Tags: bom diabruno cordeirodiaentrevistainternacionallutamareli graupemulherNIGSrbssanta catarinatânia welterTV

Política

10/03/2012 01:35

NIGS participa do lançamento do Plano Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres

Mulheres marcaram presença no lançamento do documento

Mulheres marcaram presença no lançamento do documento

 

O Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) participou do lançamento do 1º Plano Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres, no dia 8 de março. O documento que apresenta prioridades nas políticas públicas para as florianopolitanas é resultado do trabalho em conjunto de diferentes entidades da mulher. Entre as prioridades estão as lutas pela  independência financeira e enfrentamento de qualquer tipo de violência, seguindo diretrizes nacionais,  conforme a coordenadora de Políticas Públicas para as Mulheres de Florianópolis, Dalva Maria Kaiser.

Representaram o NIGS no evento as pesquisadoras Claudia Nichnig, Mareli Graupe, Bruna Klöppel e Nattany Rodrigues.

Tags: Dia da MulherFlorianópolismulherNIGSpolíticas públicas

Luta internacional

09/03/2012 14:06

UFSC e Udesc vestiram roxo no Dia Internacional da Mulher

Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades

Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades organizou manifesto no hall do CFH

O Dia Internacional da Mulher foi marcado por um manifesto visual no hall do Centro Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Estudantes, professores, pesquisadores e visitantes foram convidados a vestir roxo neste dia de luta pela igualdade de mulheres e homens.As comemorações, palestras, atividades e manifestações realizadas do dia 8 de março estiveram vinculadas às reivindicações feministas pelo direito a autonomia e prazer, por melhores condições de trabalho, por uma sociedade mais justa e igualitária para todas e todos.

Nosso manifesto neste ano seguiu a proposta de transformar o mundo pela estética e visa fomentar a discussão e a conscientização de que as políticas públicas são necessárias para a redução da desigualdade, da discriminação, da violência, da violação dos direitos humanos das mulheres e no respeito a seus direitos sexuais e reprodutivos

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Tags: diainternacionallutamanifestomulherroxovisual

Entrevista

07/03/2012 12:19

Especialista discute os papéis sociais da mulher na contemporaneidade

Acesso ao mercado de trabalho, violência contra a mulher e legalização do aborto são alguns dos temas ainda relevantes para a questão das mulheres

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Miriam Grossi, coordenadora do Instituto de Estudos de Gênero da UFSC

O Globo Ciência apresenta a vida e o pensamento de dois dos mais importantes intelectuais do século 20, o casal Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir. As ideias de Beauvoir serviram de combustível para o movimento feminista. De lá para cá, as mulheres vêm conquistando cada vez mais espaço na sociedade, desempenhando papeis que há alguns anos eram impensáveis. Mas, de acordo com a professora do Departamento de Antropologia e coordenadora do Instituto de Estudos de Gênero da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Miriam Grossi, ainda há mais o que se conquistar: “No Brasil, temos uma contradição, que mostra justamente como as questões do feminismo não são iguais no mundo inteiro: aqui, o aborto é criminalizado.A criminalização do aborto é uma situação que coloca o Brasil, no que diz respeito às conquistas feministas, muito atrás de outros países com o mesmo índice de desenvolvimento.”

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Mudança no Lattes

06/03/2012 17:52

CNPq anuncia dois novos critérios de avaliação de cientistas

O CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) vai acrescentar, na plataforma eletrônica Lattes, que traz currículos e atividades de 1,8 milhão de pesquisadores de todo o país, duas novas abas para divulgação pública. Em uma delas, os cientistas brasileiros informarão sobre a inovação de seus projetos e pesquisas. Na outra, deverão descrever iniciativas de divulgação e de educação científica. Com a mudança, cientistas de todos os campos de investigação deverão descrever, na plataforma Lattes, dados sobre a organização de feira de ciências, promoção de palestras em escolas, artigos e entrevistas concedidas à imprensa. Junto a isso, devem constar informações básicas como dados pessoais, formação acadêmica, atuação profissional, publicações, linhas e projetos de pesquisa, áreas de atuação e domínio de idioma estrangeiros. A intenção do CNPq é aumentar o conhecimento da sociedade sobre as atividades científicas que ocorrem no país.

 
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Tags: avaliaçãocientistascnpqcritériosmudança

NOTA de REPÚDIO à VIOLÊNCIA HOMOFÓBICA

30/12/2011 18:30

JUSTIÇA para antropólogo Cleides Amorim

A equipe do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades vem a público manifestar sua indignação e tristeza pela morte covarde do antropólogo e professor da Universidade Federal do Tocantins (UFT) Cleides Antônio Amorim. O professor de Antropologia foi assassinado na última quarta-feira (4) com uma facada no peito.

Amorim foi vítima de um homofóbico, pois, antes de agredir Amorim, o assassino Gilberto Afonso de Sousa teria deixado claro que não gostava de homossexuais. O professor morreu na hora e Sousa está foragido. Amorim tinha 42 anos e era coordenador do curso de Ciências Sociais da UFT. Era graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Maranhão (1996) e mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2001).

O NIGS repudia todo e qualquer crime de homofobia, lesbofobia e transfobia. Pede que as autoridades brasileiras tomem as devidas providências para investigar o crime e punir os responsáveis. Somos a favor de denunciar casos de violência motivados pela intolerância e esperamos da Secretaria Especial de Direitos Humanos, ligada à Presidência da República, da Polícia Civil e da Justiça uma resposta rápida e eficaz para que a justiça prevaleça. É urgente que novas e eficazes ações de prevenção à violência homofóbica sejam tomadas. Atos dessa ordem não podem se tornar corriqueiros.

Por Justiça e contra a homofobia!
http://apebnigs.paginas.ufsc.br/
Journée d’Etudes APEB-NIGS: Recherches LGBT au Brèsil et en France: impacts théoriques et politiques – Vendredi 10 Février 2012

Tags: amorimcleidesfacadahomofobiamortenotarepúdioUFTviolência