Publicações

LIVROS

Gênero e violência: pesquisas acadêmicas brasileiras (1975-2005)
Miriam Pillar Grossi, Luzinete Simões Minella, Juliana Cavilha Mendes Losso. – Florianópolis: Ed. Mulheres, 2006.
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Conjugalidades, parentalidades e identidades lésbicas, gays e travestis
Organizadores: Miriam Pillar Grossi, Anna Paula Uziel, Luiz Mello – Rio de Janeiro: Garamond, 2007
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Depoimentos: trinta anos de pesquisas feministas brasileiras sobre violência
Organizadoras: Miriam Pillar Grossi, Luzinete Simões Minella, Rozeli Porto. – Florianópolis: Ed. Mulheres, 2006.
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Antropologia Francesa do século XX
Organizadores: Miriam Pillar Grossi, Julie Antoinette Cavignac, Antonio Motta. – Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2006.
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Política e cotidiano: estudos antropológicos sobre o gênero, família e sexualidade Organizadoras: Miriam Pillar Grossi; Elisete Schwabe – Florianópolis: Nova Letra Gráfica & Editora, 2006.

Movimentos sociais, educação e sexualidade
Organizadoras: Miriam Pillar Grossi, Simone Becker, Juliana Cavilha M. Losso, Rozeli Maria Porto, Rita de Cássia F. Muller. – Rio de Janeiro: Garamond, 2005.

Interdisciplinaridade em diálogos de gênero: teorias, sexualidades, religiões
Organizado por Mara Coelho de Souza Lago, Miriam Pillar Grossi, Cristina Tavares da Costa Rocha, Olga Regina Zigelli Garcia e Tito Sena. – Florianópolis: Ed. Mulheres, 2004.
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Feminismos e Publicações: pulsações de teorias e movimentos – Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 12, n. 3, p. 7-16, 2004
Organizado por Luzinete Simões Minella, Miriam Grossi, Juliana Cavilha Mendes Losso e Carmem Vera Vieira
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Novas tecnologias reprodutivas conceptivas: questões e desafios
Organizadoras: Miriam Pillar Grossi, Rozeli Porto, Marlene Tamanini. – Brasília: LetrasLivres, 2003.
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Trabalho de Campo e Subjetividade
Organizadora: Miriam Pillar Grossi. – Florianópolis, PPGAS/UFSC, 1993 Índice:
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Etnografia de um congresso: a organização do 18º Congresso Mundial de Antropologia no Brasil

Organizadoras: Grossi, Miriam; Welter, Tânia – (Brasília (DF): ABA; Florianópolis (SC): Tribo da Ilha2020)

Este livro é fruto de reflexões coletivas, feitas por diferentes equipes da organização do Congresso sobre a realização do 18º Congresso Mundial de Antropologia, ocorrido em Florianópolis, Brasil, entre 15 e 21 de julho de 2018. Tivemos 29 comissões envolvidas com diferentes frentes de preparação do Congresso e este livro é fruto de relatos e análises de cada uma destas comissões sobre os aprendizados que a experiência de organizar um congresso internacional do porte do 18th IUAES World Congress trouxe para dezenas de pessoas envolvidas nestas comissões1. O discurso de abertura do Congresso, proferido pela coordenadora geral do Congresso e vice-presidente da IUAES, Miriam Pillar Grossi, abre este livro, relembrando os desafios políticos e estratégicos que a organiza- ção do Congresso exigiu das equipes locais. Temos, na sequência, 25 capítulos, cada um abordando um aspecto da organização do Congresso.

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Jeito de freira: uma etnografia da vocação religiosa feminina no século XX
Organizadora: Grossi, Miriam Pillar – Florianópolis – SC: Tribo Ilha, 2020.

O texto se compõe de quatro capítulos: [1] Questões metodológicas; [2] Da família ao convento; [3] Tornar-se freira; [4] ser freira. A primeira versão deste texto foi o relatório final da pesquisa intitulada Religiosas: Vocação e Identidade, realizada em 1986/1987, com apoio do IV Concurso de Dotações para Pesquisa sobre mulher, o qual foi organizado pela Fundação Carlos Chagas com recursos da Fundação Ford. Escrito em Paris em novembro de 1987 – ao mesmo tempo em que a autora finalizava sua tese de doutorado –, ele foi a base do seu ensaio para o concurso de Professora adjunta que realizou em dezembro de 1989, para ingresso na carreira de Professora na Universidade Federal de santa Catarina. O texto permaneceu inédito por mais de três décadas.

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Teoria Feminista e Produção de Conhecimento Situado: Ciências Humanas, Biológicas, Exatas e Engenharias
Organizadoras: Grossi, Miriam Pillar; Rea, Caterina Alessandra – Florianópolis – SC: Editora Tribo da Ilha e Editora Devires2020.

Este livro reúne reflexões de pesquisadoras/es de diferentes gerações que, vindas/os de múltiplos horizontes intelectuais e acadêmicos, interrogam os campos da ciência e da produção de conhecimento científico desde a ótica teórica feminista. a maioria destas contribuições foi apresentada durante a Jornada Gênero e Ciências, organizada pelo niGs (núcleo de identidades de Gênero e subjetividades), na Universidade Federal de santa Catarina, nos dias 04 e 05 de julho 2013, com o apoio financeiro da secretaria de Políticas para mulheres (sPm)1, sendo, em parte, resultados de pesquisas desenvolvidas em diferentes projetos individuais e coletivos financiados pelo CnPq e CaPes sobre esta temática e desenvolvidos, em sua grande maioria, na UFsC. os dados das pesquisas de campo e das pesquisas documentais aqui apresentados se referem aos anos de realização destas pesquisas, algumas realizadas no início da década de 2010.

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Cientistas Sociais e o Coronavírus
Autores: Grossi, Miriam; Toniol, Rodrigo, 2020.

O livro Cientistas Sociais e o Coronavírus é resultado de um esforço coletivo, realizado em um tempo excepcional. Nele reunimos a reação de duas centenas de cientistas sociais, pesquisadoras e pesquisadores das ciências humanas, escritas no no “calor da hora” da primeira onda da pandemia do Covid 19 no Brasil. Ao longo de 17 semanas, a partir do primeiro domingo do isolamento social decretado no Brasil, de 22 março até 17 de julho de 2020, publicamos um boletim diário que apresentamos aqui em formato de livro. A organização dos textos neste livro, dividido em 29 tópicos, visa entender a amplitude dos temas abordados no Boletim. Serve também para o uso didático do livro em cursos de graduação e pós, seguindo as sugestões de vários colegas que incorporaram os textos do Boletim em suas disciplinas, ministradas de forma remota neste ano de isolamento social. Agrupamos os textos nos seguintes tópicos: 1. Textos de apresentação e análises do Boletim 2. Balanços da pandemia 3. Conjunturas políticas 4. Riscos, incertezas e medos 5. Meio ambiente 6. Pandemia e história 7. Desigualdades Sociais 8. Alimentação 9. Pandemia situada 10. Questões do social 11. Para além das fronteiras brasileiras 12. Gênero: Violências, Raça e Trabalho 13. Populações do campo e questões rurais 14. Impactos da pandemia sobre Populações Indigenas 15. Impactos em populações tradicionais: Quilombolas, Ribeirinhos e Ciganos 16. Saúde Mental 17. Ciência 18. Arte e Imagens da Pandemia 19. Segurança pública, prisão e violências 20. Politicas Públicas 21. Internet e conexões 22. Religião 23. Morte 24. Economia 25. Velhice 26. Gestação, partos e nascimentos 27. Outras epidemias: Zika Virus e Cólera 28. Deficiências 29. Educação e Ensino à Distância.

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A força da “situação” de campo: ensaios sobre antropologia e teoria queer

Autores(as): Grossi, Miriam; Fernandes, Felipe Bruno

O livro A força da “situação” de campo: ensaios sobre antropologia e teoria queer traz ao público uma série de textos produzidos por pesquisadoras/es vinculadas/os ao Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Todos os textos aqui publicados foram produzidos em pesquisas de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado, desenvolvidas entre 2005 e 2015. Com foco na questão da sexualidade e a partir da perspectiva teórica da Antropologia Feminista, os trabalhos articulam seus diferentes objetos de investigação com os temas da política, religião, territorialidades, afeto, parentesco, educação e extensão universitária.O livro está dividido em seis partes: 1) O campo político: estado, direitos e lutas; 2) O campo e as crenças: religião e política; 3) O campo em trânsito: questões trans*; 4) O campo em fluxos: sexualidades e territorialidades; 5) O campo em processo: parentesco, afeto e conjugalidade e, por fim, 6) O campo em formação: educação, escolas e extensão universitária.

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