Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades
  • Aula Magna do PPGICH

    Publicado em 17/04/2016 às 11:56

    A AULA MAGNA DO PPGICH – SEMESTRE 2016/2 será ministrada pela Profa. Dra. Miriam Pillar Grossi, por ensejo de sua conferência intitulada “Gênero, Identidades e Subjetividades: 25 anos de estudos feministas e queer”, encerrando as atividades em comemoração aos 25 anos do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS), que estão ocorrendo na UFSC, entre os dias 18 e 20 de abril, com participação de mais de cem pesquisadores de diferentes partes do Brasil.

    A Conferência (Aula Magna) será proferida às 18:00h do dia 19 de abril de 2016 (terça-feira), no Auditório do Espaço Físico Integrado (IFE) – UFSC.

    O tema “A decolonialidade como proposta epistemológica na Universidade – princípios de uma mudança que vem do Sul” será apresentado e debatido pelo Prof. Dr. Carlos Walter Porto Gonçalves, que realiza seu pós-doutorado junto ao PPGICH, no período vespertino do dia 19 ou 20 de abril, em horário e local que será divulgado oportunamente.


  • NIGS celebra 25 anos com encontro entre diferentes gerações de pesquisadores/as

    Publicado em 12/04/2016 às 8:34

     

     

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    Criado em 1991 como parte do Laboratório de Antropologia no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFSC, o Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades comemora em 2016 seus 25 anos de existência no dia 19 de abril de 2016, no auditório do EFI-UFSC, com atividades abertas ao público das 14 às 20h

     

     

    Como se constitui o campo dos estudos de gênero e sexualidades no Brasil e suas redes de cooperação científica e com a sociedade civil? É em torno de questões como estas que estarão em diálogo os/as mais de cem pesquisadores/as de diferentes partes do Brasil: egressos/as e parceiros/as em diferentes projetos, que participarão dos eventos que devem marcar os 25 anos do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), entre os dias 18 e 20 de abril de 2016.
    A série de eventos que comemora os 25 anos do NIGS se inicia com a Jornada de Divulgação dos Resultados Preliminares do projeto “Avaliação do Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero”, da Secretaria de Políticas para as Mulheres A atividade será restrita para os/as pesquisadores/as envolvidos/as com o projeto voltado a avaliar os resultados de uma década desta política pública.

    O segundo dia do evento, terça-feira (19 de abril), a partir das 14h, será voltado para a comunidade acadêmica. Um vídeo com depoimentos de egressos/as do NIGS será exibido já na abertura, no Espaço Físico Integrado (EFI), da UFSC. Em seguida, estarão em discussão duas dezenas de projetos coletivos desenvolvidos pelo núcleo de pesquisa (confira tabela completa da programação). Neste dia, o destaque será para temáticas interdisciplinares, como parentesco; família e novas tecnologias de reprodução; gênero e história das ciências humanas; gênero e educação; feminismos e novos movimentos sociais.

    A performance “Cenas do Papo Sério” será uma mostra do trabalho do NIGS no campo da educação e extensão universitária em diálogo com escolas da grande Florianópolis. A atividade cultural antecede a conferência de encerramento da professora Miriam Pillar Grossi: “Gênero, Identidades e Subjetividades: 25 anos de estudos feministas e queer”, às 18h15.

    Na quarta-feira (20 de abril) o foco será a apresentação dos resultados do projeto “Antropologia, Gênero, Ciências e Educação”, financiado pelo Programa de Apoio a Núcleos Emergentes (Pronem) da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) em parceria com o CNPq. Neste dia, serão apresentados os resultados de pesquisa de quatro instituições de ensino: UFSC, UNIPLAC/Lages, UFFS/Chapecó e UNISUL/Tubarão. Haverá uma Roda de Conversa, com foco na nucleação das pesquisas desenvolvidas pelo NIGS em diferentes IFES do Brasil, com a participação de egressos/as de pós-doutorados/as institucionais (Reuni 2011-2012 e PNPDs/Capes 2009-2016) e apresentação de resultados de pesquisas sobre Antropologia, Gênero e Educação desenvolvidas por membros/as das equipes de ensino médio, graduação, mestrado e doutorado. O evento será finalizado com a intervenção do professor Cesar Zucco (FAPESC) e pró-reitores da UFSC, UFFS, UNISUL e UNIPLAC – como atividade fechada aos membros da rede.

     

    Programação do dia 19 de abril de 2016 (terça-feira)

    14:00 – 14:45
    Abertura dos trabalhos pelos mestres de cerimônias Felipe Fernandes (UFBA) e Juliana Cavilha (Estácio Florianópolis)
    Apresentação do vídeo: NIGS 25 anos (editado por Suzana Costa e Miriam Pillar Grossi)

    14:45 – 15:45
    Projetos coletivos desenvolvidos pelo NIGS

    Período: 1990 – 2009
    Coordenação: Alinne Bonetti (Unipampa)

    1. Trabalho de Campo e Subjetividade – Elisete Schwade (UFRN)
    2. Violências contra grupos minoritários na mídia – Juliana Cavilha (ES) e Raquel Wiggers (UFAM)
    3. Mapeamento de Organizações feministas no Brasil – Sonia Miguel (SPM)
    4. Projeto Rizoma – Ilse Scherer Warren (UFSC)
    5. Novas Tecnologias Reprodutivas e Humanização do Parto – Marlene Tamanini (UFPR)
    6. Projetos Institucionais CNPq – Vinicius Kauê Ferreira (EHESS) e Marie Leal (UFSC) e SPM de apoio a núcleos Fernanda Moraes (UFPR) e Carmem Vera Vieira (UFSC) – 2008/2016.
    7. Rede Parentalidades e Conjugalidades – Anna Uziel (UERF) e Eduardo Saraiva (UNISC)
    8. Ensino religioso e gênero nas escolas -Maria Amelia Dickie (UFSC) Myriam Aldana (Unochapecó) e Tania Welter (NIGS)
    9. Iniciação sexual e gênero nas escolas de Santa Catarina – Felipe Fernandes (UFBA) e Fernanda Cardozo (UFSC)
    10. História das Mulheres Antropólogas – Carla Cabral (UFRN)

    15:45 – 16:15
    Intervalo

    16:15 – 17:30
    Projetos coletivos desenvolvidos pelo NIGS
    Período: 2010 – 2016

    Coordenação: Isadora Vier Machado (UEM)
    1. Gênero e Ciências – Caterina Rea (Unilab) e Daniela Novelli (UDESC)
    2. Conferências Nacionais de Políticas para Mulheres – Felipe Fernandes (UFBA) e Elisete Schwade (UFRN)
    3. Nome Social e Trans Day – Simone Avila (SMS-POA), Melissa Barbieri (UFSC) e Crishna Correa (UFSC)
    4. Papo Sério: oficinas e concursos – Anelise Froes (UFRGS), Arianna Sala (MEC) e Marisa Naspolini (UFSC)
    5. Formação de professoras: assessoria GEEMPA – Marcelo Oliveira (UFV) e GDE, Olga Zigelli Garcia (UFSC) e Pedro Magrini (UFSC)
    6. Projetos Institucionais CNPq e SPM de apoio a núcleos – Marie Leal (UFSC) Fernanda Moraes (UFPR), Carmem Vera Vieira (UFSC)
    7. Projetos de redes:
    PROCAD – Elisete Schwade (UFRN)
    CAPES COFECUB – Anna Amorim (UFSC) e Claudia Nichnig (IES)
    LIESS – Melissa Barbieri (UFSC)
    8. Projeto Antropologia, Gênero e Educação e PNPD CAPES – PRONEM FAPESC Tânia Welter (NIGS) e Mareli Graupe (UNIPLAC) 2011/2016.
    9. Avaliação do Prêmio Igualdade de Gênero – Tânia Welter (NIGS), Marinês da Rosa (UFSC) e Izabela Liz Schlindwein (UFSC) 2015/2016.

    17:30 – 18:00
    Intervalo

    18:00 – 18:15
    Performance Cenas do Papo Sério
    Coordenação: Marisa Naspolini (UFSC)
    Equipe: Emília Dutra (UDELAR), Isis Beck (Administração), Suzana Costa (UFSC), Nauana Antonello (Ciências Sociais), Suzana Costa (Antropologia) e Vinicius Bressan (Jornalismo).

    18:15 – 19:00
    Conferência de encerramento
    Coordenação: Mara Lago (UFSC)
    Gênero, identidades e subjetividades: 25 anos de estudos feministas e queer – Miriam Pillar Grossi (UFSC)

    19:00 às 19:15
    Mesa de encerramento com autoridades

    19:15 às 20:00
    Festividade de encerramento


  • Dane-se a Fobia: preconceito fora

    Publicado em 04/03/2016 às 14:57

    A canção Dane-se a Fobia, criada pelas alunas e alunos do 6º ano da Escola Básica José Amaro Cordeiro, foi aceita no XII Congresso da Associação Internacional para o Estudo da Música Popular, Seção Latinoamericana, que será realizado esse mês em Cuba. A música foi criada para o VII Concurso de Cartazes sobre Lesbofobia, Transfobia, Homofobia e Heterossexismo nas escolas, realizado ano passado pelo projeto Papo Sério. Toda a equipe NIGS deseja uma ótima viagem à Letícia Grala, a professora do que coordenou a criação da música  e vai viajar para a cidade de Havana, representando a escola e seus alunos.

    Veja aqui a matéria feita pela Prefeitura de Florianópolis.

    Dane-se a Fobia

    Amor é opção

    Preconceito fora

    Ouça seu coração

    E passe a aceitar agora.

     

    Pelo amor de deus

    Ninguém é igual

    Mas não importa quem

    Todo mundo é especial.

     

    Lesbofobia

    Homofobia

    Transfobia

    DANE-SE A FOBIA.

     

    Ninguém devia se importar

    Porque o importante

    É o que dentro de nós está.

     

    Ôpa, desculpa

    Esqueci de dizer

    Ninguém é melhor que eu

    E nem melhor do que você.


  • Manifesto em contraposição aos retrocessos no debate sobre genero

    Publicado em 03/03/2016 às 15:28

    Brasília, 03 de março de 2016

    Excelentíssimos senhores senadores e senadoras,

    Nós, docentes e pesquisadores/as vinculados/as a Núcleos de Estudos e Pesquisas de várias universidades brasileiras, entidades, associações e fóruns acadêmicos viemos, por meio desta, manifestar nossa radical discordância em relação ao posicionamento público de alguns parlamentares brasileiros, em suas manifestações diversas de desrespeito em relação às estratégias de enfrentamento à violência e discriminação, baseadas em gênero, nas escolas e em outras instituições de nosso país.

    Estarrecidos com a decisão recente da Câmara dos Deputados de excluir a expressão “perspectiva de gênero” do documento que orienta as competências do recém criado “Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e dos Direitos Humanos”, consideramos pertinente nos dirigir a vossas senhoras. Nossa inquietação reside, sobretudo, no fato de que este Ministério foi criado justamente para propor políticas públicas que visem coibir as violações de direitos humanos, entre elas a iniquidade de gênero, ou seja, a desigualdade de direitos entre homens e mulheres. Retirar a perspectiva de gênero é ignorar os fundamentos teóricos do debate que embasa a existência deste Ministério.

    A recorrente e sistemática perseguição ao conceito de gênero, em diferentes instâncias, por alguns nos nossos legisladores revela, por um lado, absoluta ignorância em relação à produção científica nacional e internacional e, por outro lado, total irresponsabilidade e descaso em relação a recorrentes denúncias de violência no contexto da formação escolar, que resultaram na necessidade de medidas que visam coibir violência material ou simbólica, neste contexto; processo iniciado no Brasil, desde a década de 1970.

    Como educadores/as, resta-nos evidenciar que:

    1)  Gênero é teoria, não ideologia.

    O campo de estudos de gênero tem mais de meio século de produção e alberga um conjunto de contribuições disciplinares e interdisciplinares, desenvolvidas especialmente no campo das Ciências Humanas, Sociais e da Saúde, reconhecidas internacionalmente pela comunidade acadêmica como produção científica.

    2) Gênero não é plataforma de partido ou de movimentos sociais específicos, é ciência.

    Os conceitos que embasam as teorias de gênero não podem ser atribuídos a um partido ou projeto político específico. Este tipo de argumento ignora toda a longa história e vasta bibliografia deste campo de produção científica. Ao mesmo tempo, a promoção da equidade de gênero não compreende uma agenda apenas do feminismo (de mulheres e homens) ou dos grupos LGBTI e sim um compromisso do país com conceitos consagrados por esta vasta produção científica, em diálogo com documentos e sistemas educacionais e com acordos internacionais, dos quais o Brasil é signatário. Um desses acordos é o Plano de Ação da Conferência de Populações e Desenvolvimento da ONU, 1994, do qual o Brasil é signatário. Desrespeitar acordos internacionais pode gerar graves constrangimentos diplomáticos, repercutindo diretamente na imagem positiva do nosso país, em fóruns mundiais.

    3) Teorias de gênero têm fundamentado dispositivos que visam a promoção de direitos humanos

    O conceito de gênero foi central para a institucionalização de tratados internacionais importantes e também para fundamentar legislação nacional relevante, como, por exemplo, a lei Nº 11.340/2006 (conhecida como lei Maria da Penha), que cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher e a Lei Nº 13.185/2015, que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (conhecida como lei Antibullying), que visa combater “todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo [...], praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas” (art. 1º, par. 1º). Aqui se inclui tanto violência física, como também verbal, moral, sexual, social, psicológica, material ou virtual.

    Do mesmo modo, as teorias de gênero fundamentaram a institucionalização do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos e, portanto, o termo gênero não pode ser arbitrariamente excluído, tendo por base argumentos insustentáveis do ponto de vista científico.

    4) Ciência, religião e política são campos distintos

    Conhecimentos científicos não podem ser arbitrariamente reinterpretados por outros campos sociais, na medida em que partem de princípios, métodos e fins distintos. Além disso, num país laico, como o Brasil, devemos tanto respeitar toda e qualquer confissão religiosa, como também garantir que não haja nenhuma interferência, de base religiosa, nas orientações, ações e documentos públicos, desenvolvidos pelo Estado, em prol do bem comum.

    5) Dados exigem respostas.

    Diversas pesquisas científicas têm demonstrado a urgência de enfrentar as formas diversas de discriminação, dentro e fora da escola. Por exemplo, pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), a pedido do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), intitulada “Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar”, revela que 96,5% dos/as entrevistados/as têm preconceito com relação a portadores de necessidades especiais, 94,2% têm preconceito étnico-racial, 93,5% de gênero, 91% de geração, 87,5% socioeconômico, 87,3% com relação à orientação sexual e 75,95% têm preconceito territorial. Esta pesquisa foi desenvolvida com uma amostra representativa de estudantes, pais e mães, diretores/as, professores/as e funcionários/as em escolas públicas de todo o país.

    Outra pesquisa, coordenada pela socióloga Miriam Abramovay, com apoio do Ministério da Educação, da Organização dos Estados Íbero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), intitulada “Juventude nas Escolas”, informa que a homofobia é um dos principais tipos de preconceito na escola. Dentre os estudantes, quase 20% (19,3%) afirma não querer homossexuais, transexuais e travestis como colegas de classe, sendo a rejeição maior naqueles do ensino médio.

    A literatura científica, baseada em pesquisas empíricas e em leituras históricas e epistemológicas, explicita os problemas éticos e conceituais da perseguição ao conceito de gênero, nas diferentes instâncias legislativas. Leis que ignorem a produção de conhecimento científico chancelam a violência e a discriminação e deslegitimam a cidadania de um enorme contingente de pessoas.

    O silêncio (ou a omissão) diante desses dados é cúmplice da violência.

    Não há uma ideologia de gênero e diversidade sexual, o que há são estudos de gênero e sobre sexualidade, produzidos a partir de critérios e procedimentos científicos, amplamente debatidos no universo acadêmico, na sociedade civil e nas instituições do Estado. Apesar desse campo de estudos, como, aliás, qualquer outro campo profícuo de conhecimento científico, nem sempre obter acordos no que diz respeito aos seus conceitos e resultados, há um consenso fortemente consolidado nas pesquisas no que diz respeito à presença das violências de gênero e da homofobia não somente nas escolas e nas universidades, como em toda sociedade, e, diante deste quadro, há necessidade de respostas urgentes e efetivas; não podemos retroceder.

    Neste sentido, solicitamos de Vossas Senhorias que se manifestem contra qualquer ato que vise a exclusão do termo gênero de políticas públicas nacionais, afinal são propostas que visam, antes de tudo, à promoção da igualdade de direitos entre homens e mulheres e contra qualquer forma de discriminação ou violência.

     

     

    Assinam este documento:

    Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO)

    Fórum Gênero e Sexualidade na Educação

    Movimento “Por todas as famílias”

    CEPIA – Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação (Rio de Janeiro)

    CFEMEA – Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Brasília)

    CIFG – Centro do Interesse Feminista e de Gênero (UFMG, Belo Horizonte)

    CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (UERJ/ IMS, Rio de Janeiro)

    DEGENERA – Núcleo de Pesquisa e Desconstrução de Gêneros (UERJ, Rio de Janeiro)

    Demodê – Grupo de Estudos sobre Democracia e Desigualdades (UnB, Brasília)

    GEMA – Núcleo Feminista de Pesquisas em Gênero e Masculinidades (UFPE, Pernambuco)

    GENI – Grupo de Estudos de Gênero, Sexualidade e(m) Interseccionalidades na Educação e(m) Saúde (UERJ, Rio de Janeiro)

    GEPEDIC – Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação, Diversidade e Cultura (UNESPAR/ Paranavaí)

    GEPEM – Grupo de Estudos e Pesquisas “Eneida de Moraes” sobre mulheres e gêneros (UFPA, Belém)

    GRUPESSC – Grupo de Pesquisas em Saúde, Sociedade e Cultura (UFPB, João Pessoa)

    Grupo de Estudos em Gênero, Política Social e Serviços Sociais, (UnB, Brasília)

    Grupo de Estudos em Saúde Coletiva, Educação e Relações de Gênero (USP, São Paulo)

    Grupo de Pesquisa “Sexualidades, Cuidado e Políticas Públicas” (UFU, Uberlândia)

    GESEC – Grupo de pesquisa Gênero, Sexualidade e Estudos Culturais (UFS, Aracaju)

    Grupo de Pesquisas “Diversiones” (UFPE, Recife)

    Grupo de Pesquisas sobre Gênero, Corporalidades, Direitos Humanos e Políticas Públicas (UEL, Londrina)

    Instituto PAPAI (Recife)

    LABTECC – Laboratório de Tecnologias, Ciências e Criação (UFMT, Cuiabá)

    LEG – Laboratório de Estudos de Gênero, Poder e Violência (UFES, Vitória)

    LIEIG – Laboratório Interdisciplinar de Estudos e Intervenção em Políticas Públicas de Gênero (UFRJ, Rio de Janeiro)

    MARGENS – Modos de vida, família e relações de gênero (UFSC, Florianópolis)

    Não Cala! Rede de Professoras e Pesquisadoras da USP pelo fim da violência sexual e de gênero (USP, São Paulo)

    NAU – Núcleo de Análises Urbanas (FURG, Rio Grande, RS)

    NEG – Núcleo de Estudos de Gênero (UFPR, Curitiba)

    NEIM – Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher (UFBA, Salvador)

    NEPeM – Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre a Mulher (UnB, Brasília)

    NESEG – Núcleo de Estudos de Sexualidade e Gênero (UFRJ, Rio de Janeiro)

    NUCED – Núcleo de Estudos sobre Drogas (UFC, Fortaleza)

    Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher (UFMG, Belo Horizonte)

    NESP – Núcleo de Estudos em Saúde Pública (UFPI, Parnaíba)

    Núcleo “Religião, Gênero, Ação Social e Política” (UFRJ, Rio de Janeiro)

    NUDERG – Núcleo de Estudos sobre Desigualdades Contemporâneas e Relações de Gênero (UERJ, Rio de Janeiro)

    NUH – Núcleo de direitos humanos e cidadania LGBT (UFMG, Belo Horizonte)

    NUMAS – Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença (USP, São Paulo)

    NUPEGE – Grupo de Pesquisas e Estudos em Gênero (UFRPE, Recife)

    NUPSEX – Núcleo de Pesquisa em Sexualidade e Relações de Gênero (UFRGS, Porto Alegre)

    PAGU – Núcleo de Estudos de Gênero (Unicamp, Campinas)

    (R)existências e metaquestões dos marcadores de diferença (UEL, Londrina)

    Ser-Tão – Núcleo de Pesquisas em Gênero e Sexualidade (UFG, Goiânia)


  • Entre Versos e Prosas – Gênero, Educação e Música

    Publicado em 29/02/2016 às 8:58

    Entre Versos e Prosas é o Trabalho de Conclusão de Licenciatura em Ciências Sociais de nossa colega Emilia Dutra, realizado durante o período em que ela foi bolsista do Projeto Papo Sério. Confira o trabalho completo no link: https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/159546


  • Entre Versos e Prosas – Gênero, Educação e Música

    Publicado em 26/02/2016 às 10:17

    Entre Versos e Prosas é o Trabalho de Conclusão de Licenciatura em Ciências Sociais de nossa colega Emilia Dutra, desenvolvido durante sua participação no projeto Papo Sério.

    https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/159546

     


  • NIGS atua na formação de professoras/es em Rio do Sul

    Publicado em 13/02/2016 às 10:07

    Alessandra Ghiorzi, Anna Amorim, Anahi Guedes de Mello, Daniel Machado da Conceição, Emília Dutra, Gabriela Dequech, Kaio Siqueira de Souza, Izabela Liz Schlindwein, Jefferson Virgílio, Juliana Cavilha Mendes Losso, Marinês Rosa, Marie Leal e Suzana Costa, pesquisadores/as do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS-UFSC), estiveram no dia 3 de fevereiro de 2016 em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí (SC) para propor atividades de formação em Gênero e Sexualidades para professores/as da rede pública municipal.

     

    Na parte da manhã, foram propostas oficinas a 60 professores/as de séries iniciais (1º ao 5º ano). À tarde, um público formado por 180 professores/as (6º ao 9º ano) participou da formação.

    Ao fim do dia, foi feita uma síntese sobre as abordagens e conceitos, com relatos e atividades inspiradas no teatro-fórum de Augusto Boal.

    Algumas oficinas oferecidas:

    Gênero, Maternidade, Divisão Sexual do Trabalho e Violências

    Gênero e Diversidade na Escola

    LGBTT: conceito e significados

    Relações interétnicas

     

    Vale lembrar que os/as pesquisadores/as NIGS atuam em outras atividades ligadas ao Ensino Médio e Fundamental em SC, como o Concurso de Cartazes sobre Trans-Lesbo-Homofobia e Heterossexismo nas Escolas e a tutoria do GDE – Curso de Especialização em Gênero e Diversidade na Escola..

     

    Confira alguns depoimentos da equipe NIGS-UFSC sobre a experiência em Rio do Sul:

    Jefferson Virgilio – Oficina Gênero e Diversidade na Escola

    “Foi muito curioso as meta-memórias que me são projetadas quando cheguei um par de horas antes de demais colegas que vinham de Florianópolis, e fui recebido por uma das organizadoras. As palavras, ainda estão na memória: <<Quando procuramos alguém para dar o curso, nos passaram o telefone dum tal de Instituto de Gênero (IEG). E lá eu perguntei se eles podiam passar o contato do NIGS. Mas eu nunca conseguia contato direto com o NIGS. Quase ficamos com outro grupo, mas fiz uma última tentativa, pois eu fazia mesmo questão de ter vocês aqui. Conheço o NIGS pelas matérias que vimos sobre aqueles concursos de cartazes. Desde então eu me apaixonei e pensei “no ano que vem elas vão vir para Rio do Sul”. E enfim, vocês vieram. Espero que venham mais vezes. Quem sabe um concurso de cartazes por aqui?>>

     

    Anahi Guedes de Mello – Oficina Gênero e Diversidade na Escola

    O que mais gostei de saber foi que o município de Rio do Sul manteve gênero no Plano Municipal de Educação, mas que isso só foi possível porque foi e é importante investir na formação em Gênero das professoras e professores daquele município. (…) Eu, particularmente, gostei da presença de um bom número de professoras e professores das áreas de Educação Especial e Educação Infantil (…). Percebi que o tópico de gênero e deficiência desestabilizou o conceito de deficiência que eles tinham, tanto pela perspectiva de interseccioná-la com gênero quanto pelo deslocamento da deficiência do determinismo biológico para o contexto, ao apontar para as barreiras sociais.

     

    Marinês Rosa – Oficina Gênero, Maternidade, Divisão Sexual do Trabalho e Violências

    Destaco a repercussão sobre a ação “ajudar” presente no cotidiano doméstico das relações de gênero no que tange à divisão sexual do trabalho, em que ao feminino é designada à função doméstica e aos outros é naturalizada a condição de ajudar. Nesse sentido, problematizamos a demarcação de espaços sociais e políticos atribuídos ao feminino enquanto (re) produção social e os atravessamentos que constituem as violências de gênero. (…) No contexto da atividade, também enfatizo o importante fato do Município de Rio do Sul ter mantido Gênero no Plano Municipal e a repercussão do concurso de cartazes tida como referência por parte dos professores nos dois períodos das oficinas.

     

    Marie Leal – Oficina Gênero, Maternidade, Divisão Sexual do Trabalho e Violências

    Rio do Sul me surpreendeu ao nos convidar para falarmos de diferentes temáticas de gênero, demonstrando o interesse de todxs no município pela questão – reforçada pelo informe no final de que a pauta estaria no Plano de Educação local. (…) A plateia permaneceu até o fim, demonstrando que ali todxs parecem se interessar por as questões que levantamos.

     

    Anna Amorim – Oficina LGBTT: conceito e significados

    Adorei participar de mais este momento junto com a equipe NIGS. São os meus momentos favoritos e, desta vez, fiquei feliz em ver como fomos bem recebidos e como todos em Rio do Sul estavam felizes em nos ter naquele dia.

     

    Emília Dutra – Oficina LGBTT: conceito e significados

    Muito feliz e realizada de mais uma vez ter a oportunidade de me aproximar profissionais da rede pública de ensino através de uma experiência de formação em gênero e sexualidades. (…) Acredito que esses momentos de compartilhar saberes e histórias de vidas renovam nossas dúvidas e certezas acerca da Educação brasileira e de suas reais condições. Escutar as dificuldades e perceber as resistências também nos faz crescer e repensar sobre nossas metodologias, nossos conteúdos e nossa didática enquanto militantes, estudantes e, sobretudo, profissionais a serviço da educação pública de qualidade e equidade.

     

    Suzana Costa – Oficina Gênero, Maternidade, Divisão Sexual do Trabalho e Violências

    Foi maravilhoso participar de duas oficinas em um município que manteve o estudo de gênero e diversidade no Plano Municipal de Educação. Conversar e problematizar sobre violências contra as mulheres, violências de gêneros, Lei Maria da Penha e divisão do trabalho doméstico com professoras, principais educadoras, foi muito gratificante. Destaco o depoimento de uma professora sobre sua experiência com a Lei Maria da Penha, do descaso com que as mulheres são atendidas e de como o caso é tratado.


  • Apresentação de trabalhos

    Publicado em 02/12/2015 às 9:29

    O semestre está chegando ao fim, o que significa, época de apresentação de trabalhos!

    Venha prestigiar as(os) pesquisadoras(es) do NIGS.

     


  • Semana NIGS de 23/11 a 27/11

    Publicado em 25/11/2015 às 9:07


  • Café Antropológico apresenta Sopranações

    Publicado em 17/11/2015 às 15:32


  • Semana NIGS 13/10 a 16/10

    Publicado em 12/11/2015 às 9:18

    Atividades do NIGS na 2ª semana de outubro.

     


  • Semana NIGS 19/10 à 24/10

    Publicado em 12/11/2015 às 9:13

    Atividades do NIGS na 3ª semana de outubro.


  • Semana NIGS Semana de Ensino Pesquisa e Extensão

    Publicado em 12/11/2015 às 9:02

    Os estandes da SEPEX vão estar montados no campus Florianópolis da UFSC entre os dias 11 e 14/11.

    Quem se interessa por questões de identidade de gênero pode passar pelo estande do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) e conversar com o pessoal da equipe sobre o trabalho desenvolvido na UFSC.

    E na quinta-feira tem um espetáculo de dança que ajuda a refletir sobre o capacitismo, confira no link da nossa página do Facebook.


  • Matéria sobre o Concurso de Cartazes NIGS no TJ UFSC

    Publicado em 26/10/2015 às 8:54

    O TJ UFSC, é um telejornal diário do Curso de Jornalismo, produzido por alunos bolsistas e voluntários da Universidade.

    Na edição dessa sexta-feira, dia 23, foi ao ar uma matéria sobre o Concurso de Cartazes organizado pelo NIGS e pelo Papo Sério.

    Você pode conferir a edição no canal do TJ no Youtube.com.


  • Vencedores do Concurso de Cartazes NIGS

    Publicado em 21/10/2015 às 9:44

    Lista com os vencedores de cada uma das categorias do nosso Concurso.

    POPULAR PRESENCIAL – ENSINO MÉDIO: “Viva a diversidade” EEB Cel. Antônio Lehmkuhl; “Educação liberta” Instituto Federal Catarinense – Camboriú; “Lesbofobia” EEB Cecília Rosa Lopes.

    POPULAR FACEBOOK: “Diga não ao preconceito, aceite o amor” EEB Cel. Antônio Lehmkuhl; “O amor não tem opção sexual, o amor acontece” EEB Cel. Antônio Lehmkuhl; “Gay is okay” EBM Beatriz de Souza Brito.

    JÚRI CIENTÍFICO – EJA: “Diga Não a homofobia” EJA Núcleo Centro 2 – Saco Grande/Serrinha; “Seja” Presídio Regional de Tijucas – CEJA; “No nosso vocabulário não existe homofobia” EJA Núcleo Centro 2 – Saco Grande/Serrinha.

    JÚRI CIENTÍFICO - ENSINO MÉDIO: “Qual a cor e orientação do seu preconceito?” EEB Cel. Antônio Lehmkuhl; “A diversidade é natural, a intolerância não” EEB Prof. Laércio Caldeira de Andrada; “Prisão sem muros” EEB Dr. Paulo Fontes.

    POPULAR PRESENCIAL - ENSINO FUNDAMENTAL: “Como Deus não comete erros, estamos no caminho certo” EEB Cel. Antônio Lehmkuhl

    JÚRI CIENTÍFICO - ENSINO FUNDAMENTAL: “O amor significa respeito” EEB Zulma Becker

    JÚRI CIENTÍFICO – EDUCAÇÃO INFANTIL: “Ninguém é igual a ninguém” CAIC Prof. Febrônio Tancredo de Oliveira; “Respeito e amor para todos” Creche Idalina Ochôa; “Respeitando as diferentes organizações familiares” Creche Idalina Ochôa.

    EDUCADORAS(ES) DESTAQUE: Maria Gabriela Abreu, Robson Fernandes, Patrícia Alves, Maria Luiza Lopedote, Érica Gonçalves, Rosa Cristina Costa, Simone Carpes Paternoster.

    Veja os cartazes na nossa página do Facebook.


  • Venha conhecer os cartazes do VII Concurso de Cartazes sobre Lesbo-Trans-Homofobia e Heterossexismo nas Escolas

    Publicado em 07/10/2015 às 11:47

    Alunas e alunos de 37 escolas produziram centenas de cartazes para o maior Concurso de Cartazes que o NIGS já realizou. E a partir dessa sexta-feira, dia 8, você pode conhecer resultado desse trabalho.

    O QUE: Exposição do VII Concurso de Cartazes sobre Lesbo-Trans-Homofobia nas escolas, com urnas para que os visitantes votem em seus cartazes favoritos e elejam os premiados.

    QUANDO: De 08/10 a 16/10, de segunda a sexta no horário de funcionamento da UFSC (entre 08:00 e 22:00).

    ONDE: Hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). 


  • Equipe do Papo Sério começa as visitas ás escolas na semana que vem

    Publicado em 17/09/2015 às 11:17

    A equipe do projeto Papo Sério, ligado ao Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades, estará visitando as escolas inscritas no VII Concurso de Cartazes sobre Lesbo-Trans-Homofobia e Heterossexismo a partir desta segunda-feira, dia 21 para conhecer os trabalhos produzidos pelas alunas e alunos.
    Entraremos em contato com cada uma das escolas para decidir os melhores dias e horários para essas visitas, durante as quais serão escolhidos os cartazes vencedores dos prêmios NIGS. Professores e profissionais da administração da escola que possuam alguma dúvida sobre as visitas podem entrar em contato através do e-mail


  • Semana NIGS

    Publicado em 16/09/2015 às 10:42

    Confira aqui as atividades do NIGS na 3ª semana de setembro (dias 14 à 18).


  • Ligue 180 pelo combate a violência contra a mulher

    Publicado em 16/09/2015 às 9:13

    Nós do NIGS, como da Secretária de Políticas para as Mulheres(SPM) e grupo comprometido com o fim da violência sexista que atinge mulheres em todo o país, gostaríamos de lembrar a que o Governo Federal conta com a Central de Atendimento à Mulher, telefone 180. Desde ano passado o 180 funciona como disque-denúncia, possibilitando que qualquer um que tenha conhecimento ou suspeite de um caso de violência contra a mulher, denuncie o caso de forma completamente anônima.


  • Faça aqui sua inscrição para o VII Concurso de Cartazes contra Lesbo-Trans-Homofobia e Heterossexismo nas escolas

    Publicado em 09/09/2015 às 11:50

    O VII Concurso de Cartazes contra Lesbo-Trans-Homofobia e Heterossexismo encerra as inscrições para novas escolas nessa sexta-feira, dia 11.

    Se você, profissional de educação, deseja inscrever sua escola, preencha o formulário de inscrição aqui.

    Lembrando que qualquer escola pública de ensino básico (infantil ao médio, incluindo EJA) pode participar e a não existe custo de inscrição.

    Os cartazes devem ser inscritos até o dia 25 de setembro e a exposição acontece na UFSC entre os dias 6 e 16 de outubro.

    Para conferir todas as regras e informações sobre o Concurso acesse o edital.