Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades
  • El Coño Insubmisso

    Publicado em 14/09/2017 às 20:31

    A Marcha Mundo de Mulheres por Direitos aconteceu no dia 02 de agosto de 2017, junto com o 13º Mundo de Mulheres e 11º Fazendo Gênero. Ao som de gritos de ordem, batuques e canções mais de 10 mil participantes marcharam pelo centro de Florianópolis reinvidicando os direitos das mulheres e a construção de uma sociedade igualitária.

    A presença de diferentes grupos de mulheres dos mais variados países do mundo ilustrou a temática do 13º Mundo de Mulheres e 11º Fazendo Gênero deste ano: “Transformações, Conexões, Deslocamentos”, sendo as ruas de Florianópolis o palco para a atuação e construção de diversos feminismos com uma grande diversidades de pautas.A pauta sobre a Demarcação de terras fora uma das principais, levantada pelas mulheres indígenas que estavam em peso e aderida por todas as mulheres participantes. Mulheres negras, indígenas, lésbicas, transexuais, travestis e cisgênero de todo o Mundo entoavam seus gritos de lutas com muito gingado e consciência política e social.

    A equipe do NIGS esteve presente na Marcha Mundo de Mulheres por Direitos com a presença e performance do “Coño Insumisso”, da Buceta Insubmissa. A construção do Coño surgiu após a participação da equipe no evento do Café (Psico) Antropológico) “El Coño Insubmisso: estudos de gênero e Andaluzia”. O evento tinha como objetivo promover o debate sobre as manifestações realizadas por grupos feministas na região da Andaluzia -Espanha, contra o controle do corpo da mulher pelo Estado e pela Igreja. Através do diálogo com pesquisadoras e pesquisadores espanhóis a equipe soube que três mulheres feministas manifestantes do movimento estavam sendo processadas e correndo o risco de serem presas pela participação da manifestação do Coño Insubmisso na cidade de Sevilha. Como forma de apoio a estas mulheres a ao movimento construímos no sábado na Tenda de Mulheres do 13º Mundo de Mulheres e 11º Fazendo Gênero a versão brasileira do Coño, a Buceta Insubmissa. Durante a marcha o apoio a causa era visivel, as mulheres a todo o tempo elogiavam e tiravam fotos, demostrando apreço e apoio a liberdade dos corpos das mulheres.

    Além do apoio as companheiras feministas de protesto contra toda a forma de controle dos corpos das mulheres, seja pelo Estado ou pela Igreja, a equipe NIGS procurou promover a reflexão das estruturas de nossa sociedade a partir de uma forma artística e lúdica, bem como a reivindicação da não criminalização de expressões artísticas e dos movimentos sociais.

    Pela liberdade dos corpos das mulheres!
    Pela não criminalização dos movimentos sociais!

    Confira algumas fotos da participação do Coño Insubmisso na Marcha Mundo de Mulheres por Direitos:


  • Diálogos com Nilma Liro Gomes e José Ignacio Pichardo Galán no Prêmio Gênero e Diversidade na Escola

    Publicado em 14/09/2017 às 16:37

    As atividades do Prêmio Gênero e Diversidade na Escola aconteceram na tarde do dia 02 de agosto de 2017 na sala 323 do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina.

    As formadas e formandos da primeira turma do Curso de Especialização em Gênero e Diversidade na Escola participaram de um profundo e rico dialogo com Nilma Lino Gomes (Ex-Ministra do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial , Juventude e Direitos Humanos) sobre “Gênero e Relações Étnico-Raciais) e com o professor José Ignacio Pichardo Galán da Universidad Complutense de Madrid sobre “Diversidade Sexual na Educação”

    A ministra do governo Dilma e a primeira mulher negra do Brasil a comandar uma universidade pública federal – UNILAB, de forma clara e envolvente compartilhou os conhecimentos de sua trajetória política na luta pela implementação de políticas públicas que promovam a igualdade de gênero,a igualdade étnico/racial e a igualdade sexual. Contou sobre os desafios que são enfrentados para que estas políticas sejam criadas, aprovadas e implementadas, fruto do poder das bancadas políticas fundamentalistas religiosas que buscam barrar estas iniciativas. O diálogo incentivou e abriu possibilidades para que as e os participantes pensem e construam uma escola que busque a igualdade racial, de gênero, sexual e religiosa e o respeito a toda a forma de diversidade.

    O professor José Ignacio Pichardo Galán da Universidad Complutense de Madrid falou de forma didática e cômica sobre os estudos de gênero e sexualidades na Espanha. Apresentou conceitos como lesbo/trans/homofobia, masculinidade hegemonica, diversidade sexual, diversidade familiar e de identidade de gênero, sistema sexo-gênero e normatividade. Em dialogo sempre com exemplos da Espanha o professor mostrou as diversidades e opressões que também lá existem. Assim como a fala da ministra Nilma Lino Gomes, a fala de José Ignacio Pichardo Galán promoveu a busca por práticas educativas e políticas públicas que procurem romper com as opressões de gênero, raça e identidades sexuais e que construam uma sociedade cidadã.

    Confira algumas das fotos deste encontro:


  • NIGS – Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades comemora 26 anos com série de encontros

    Publicado em 14/09/2017 às 15:28

    As atividades de comemoração dos 26 anos do NIGS começaram com o Café (Psico) Antropológico “El Coño Insubimisso – Estudos de Gênero em Andaluzia” realizado dia 28 de julho de 2017 em parceria com a Rede LIESS no Teatro da UFSC.

    A principal comemoração dos 26 anos do NIGS aconteceu na quarta 02 de agosto de 2017 durante o 13º Mundos de Mulheres e 11º Fazendo Gênero. O encontro, em torno do tema “Maternidades reais e simbólicas”, contou com a equipe atual e muitas egressas do NIGS e alunas e alunos do PPG-NEIM UFBA, que vieram em peso prestigiar o encontro, colegas da Universidade de Cabo Verde e também um grupo de francesas do EGALES- Lyon, além de muitas outras pessoas interessadas no tema, num total de 80 participantes.

    Foi um momento de troca de carinhos, aprendizados e experiências. Teve ciranda, videos, café, e produção de cartazes. Debatemos sobre os diferentes tipos de maternidades, como conciliar a maternidade real com a vida acadêmica, os desafios de ser mãe e estudante, a solidão materna devido a individualização do cuidado com os filhos, fruto da ausência de estruturas de cuidado. Novas paternidades foram incentivadas com o dialogo da licença paternidade. As maternidades de mulheres negras e indígenas foram constantemente lembradas, assim como a paternidade de homens trans. Desbiologizar o instinto materno e promover políticas públicas como creches e o fomento da responsabilidade social no cuidado das crianças, retirando a responsabilidade única da mulher, foram também demandas levantadas pelos diferentes grupos.

    O espaço da sala 323 estava repleto com a energia das crianças que por ali circulavam livremente, mostrando que o ambiente universitário pode e deve acolher as filhas e filhos das mães que são estudantes.

    Na quinta feira a tarde houve o lançamento do Livro “Antropologia, Gênero e Educação” organizado pelas professoras Tânia Welter, Miriam Pillar Grossi e Mareli Graupe. O livro traz os resultados do projeto PRONEM FAPESC/CNPQ Antropologia, Gênero e Educação em Santa Catarina, coordenado pelo Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da UFSC em parceria com equipes de pesquisa da UFFS, UNIPLAC e UNISUL vinculadas a cursos de graduação e pós-graduação em Ciências Sociais e Educação. Seu lançamento contou com uma rica sessão de autógrafos, no Hall da Reitoria, de algumas das escritoras: Clecí Terezinha Lima de Lins,Emilia Haline Dutra , Lino Gabriel Nascimento dos Santos,Lucia Burigo de Sousa, Lúcia Helena Matteucci, Mareli Eliane Graupe, Miriam Pillar Grossi,Rafael Fernando Lewer e Tânia Welter.

    A comemoração dos 26 anos do NIGS encerrou-se no sábado 5 de agosto de 2017 com a Jornada NED-NIGS “Ética do Cuidado, Feminismo e Deficiências” realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. A jornada contou com conferencia de Claudia Fonseca (UFRGS), e de pesquisadoras e pesquisadores dos estudos sobre deficiência, gênero e feminismo, que discutiram ao longo do dia sobre a categoria cuidado, contribuições das temáticas oriundas dos estudos feministas sobre deficiência e as ações e desafios para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, que oportunize todos os acessos a qualquer tipo de cidadães, independente de raça,gênero, classe, credo,cultura e necessidades físicas e mentais. Uma sociedade sem padrões de normalidade, uma sociedade que respeite e compreenda as diversidades.

    26 anos de NIGS foram assim muito bem comemorados e agradecemos a presença de todas que vieram somar à nossa energia de celebração!

    Confira algumas das fotos dos 26 anos e do lançamento do Livro “Antropologia, Gênero e Educação”:


  • Café (Psico) Antropológico acontece neste dia 31 de agosto

    Publicado em 30/08/2017 às 16:20
    O Projeto Café (Psico) Antropológico desta edição convida para  exibição e debate dos documentários: “Egon, meu irmão” (NAVI, 2010) e “Egon Schaden aos Cem anos” (Plural Filmes, 2013). Após acontecerá a mesa redonda “Egon Schaden e a presença da Antropologia brasileira na Alemanha” onde serão apresentados resultados da pesquisa realizada na Alemanha por Tânia Welter (UFSC) e Pedro Martins (UDESC).
     
    Quando: 31 de agosto de 2017 (Quinta-feira)
    Horário: 19h00
    Local: Auditório do Bloco Amarelo do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
    As atividades serão coordenadas pela professora Miriam Pillar Grossi (UFSC) e debatidas pelo professor Oscar Calavia Sáez (UFSC).
    O evento é organizado pelo Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem (NAVI), Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) e Núcleo de Pesquisa em Práticas Sociais (NUPRA), em parceria com o Instituto Egon Schaden (IES).
     O evento é gratuito e aberto à comunidade.

  • NIGS convida para a Mesa de Debates Sobre Resistência e Visibilidade Lésbica

    Publicado em 26/08/2017 às 20:20

    Convidamos a todas e todos para participarem da Mesa de Debates Sobre Resistência e Visibilidade Lésbica!

    Quando: Terça feira 29 de agosto de 2017
    Horário:Das 19h às 22h
    Local: Auditório do Centro de Ciências da Saúde – CCS/UFSC

    PROGRAMAÇÃO:
    19h00 – Abertura

    Sapatão: Desobedecendo à Norma.
    Ministrante: Ca Butiá

    A hetero-cis-norma da/na medicina: (re)pe(n)sado os corpos, as práticas e o (auto)cuidado à saúde
    Ministrante: Ana/Alejandro Mujica

    Sapatravestilidades: Corpos e Afetos Possíveis
    Ministrante: Raíssa Éris Grimm

    Maternidades Lésbicas
    Ministrante: Ana Amorim

    Debatedora: Miriam Pillar Grossi

    Venha participar desta Mesa pela Resistência e Visibilidade Lésbica!


  • Ciclo de Vídeo-Aulas do V Curso de Curta Duração em Gênero e Feminismo

    Publicado em 25/08/2017 às 9:42

    O Ciclo de Vídeo-Aulas do V Curso de Curta Duração em Gênero e Feminismo já está disponível online! Não deixe de conferir!

    Promovido pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG/CFH), o Curso de Curta Duração em Gênero e Feminismo foi  ministrado por docentes e pesquisadores/as da UFSC e da UDESC e aberto a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadoras/es, educadoras/es, servidoras/es e gestoras/es públicas/os, e ativistas que atuam no campo dos estudos feministas e de gênero.

    Oferecido de forma concentrada em três dias, com 30 horas aula, o curso objetivou:
    a) promover a formação e a atuação no campo dos estudos feministas e de gênero;
    b) fazer conhecer as principais questões em debate atualmente neste campo;
    c) articular e estimular a criação de Núcleos de Estudos de Gênero nas diversas instituições envolvidas;
    d) permitir maior integração entre pesquisadores/as dos diferentes núcleos de pesquisa da UFSC, UDESC e outras instituições de Santa Catarina em vista da articulação de redes de pesquisa e ativismo;
    e) estimular a presença de pesquisadoras/es de outros lugares do Brasil em atividades do IEG/UFSC em Florianópolis.

    Link para acesso Ciclo de Video-Aulas V CCD: https://www.youtube.com/playlist?list=PLzBTv1wWZ0_d6Zt_k74sSzk6uVYGjPB8D

    Link para Bibliografia do Curso: https://drive.google.com/drive/folders/0Bwnfaik5cJzZY0k1QUFsYjFaUjA

    Confira!


  • LUTAS DAS MULHERES EM MOÇAMBIQUE:

    Publicado em 07/08/2017 às 10:02

    Entre o Local e o Global. Discursos, Práticas e Desafios Epistemológicos.

    Profa. Dra. Isabel Casimiro (Universidade Eduardo Mondlane – Moçambique)

    AULA 1 – Epistemologias feministas Africanas e moçambicanas, em relação com os feminismos, a academia e o ativismo em Moçambique (bibliografia)

    AULA 2 – Ciências Humanas em Moçambique. Apresentação de filme sobre Moçambique e debate com Isabel Casimiro, Hélder Pires Amâncio e Ilka Boaventura Leite (bibliografia)

    AULA 3 – Feminismos e articulações nacionais, regionais e internacionais: políticas públicas, de gênero (relações Estado e sociedade civil, criminalização dos movimentos sociais) (bibliografia)

    AULA 4 – Nacionalismos, luta armada de libertação nacional, partidos pós independência e sua relação conturbada com os movimentos de mulheres, sobretudo os feministas. Apresentação do documentário da Holandesa Ike Bertels Guerrilla Grannies. How to live in this world. (bibliografia)

    AULA 5 – Movimento das jovens feministas e relações entre gerações de feministas moçambicanas. (bibliografia)

     


  • Equipe NIGS convida para o lançamento do Livro “Antropologia, Gênero e Educação em Santa Catarina”

    Publicado em 27/07/2017 às 13:58

    Sintam-se convidadas e convidados para o lançamento do livro “Antropologia, Gênero e Educação em Santa Catarina” organizado pelas professoras Tânia Welter, Miriam Grossi e Mareli Eliane Graupe.

    O livro traz os resultados do projeto PRONEM FAPESC/CNPQ Antropologia, Gênero e Educação em Santa Catarina, coordenado pelo Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da UFSC em parceria com equipes de pesquisa da UFFS, UNIPLAC e UNISUL vinculadas a cursos de graduação e pós-graduação em Ciências Sociais e Educação.

    Os artigos publicados ilustram os principais temas e objetos de estudo desenvolvidos no Projeto e foram escritos por Emilia Haline Dutra , Lino Gabriel Nascimento dos Santos, Miriam Pillar Grossi, Daniel Machado da Conceição e Jaison José Bassani da UFSC, Adriana Zomer de Moraes, Tânia Mara Cruz e Gabriela da Silva da UNISUL, Clecí Terezinha Lima de Lins, Mareli Eliane Graupe, Lucia Burigo de Sousa e Lúcia Helena Matteucci da UNIPLAC, Tarcisio Brighenti, Rafael Fernando Lewer, Maria Alice Canzi Ames e Tânia Welter da UFFS.

    A formação de estudantes e professoras/es e violências de gênero, homo-lesbo-transfobia e racismo no espaço escolar são os dois grandes eixos temáticos do livro, que traz o resultado de investigações e atividades desenvolvidas em escolas e universidades. Buscando entender os complexos processos de formação e (re)produção de valores sociais no campo da Educação, os textos publicados contribuem para o conhecimento da escola neste momento em que observamos grandes transformações sociais na sociedade brasileira.

    Quando: 03 de agosto ( quinta-feira)

    Horário: 16h00 às 17h00

    Local: Hall da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina


  • NIGS comemora 26 anos com encontro da Rede NIGS e Rede LIESS no 13º Mundo de Mulheres (MM) e 11º Fazendo Gênero (FG)

    Publicado em 27/07/2017 às 12:37

    É com imenso prazer que convidamos todxs xs integrantes da rede NIGS e todxs xs integrantes da rede LIESS para participarem do encontro de comemoração dos 26 anos do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades da UFSC.

    Quando: 02 de agosto

    Local: Sala 323 do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC)

    Horário: 09h00 às 12h00

    Este ano o encontro acontecerá junto as atividades do 11º Fazendo Gênero e 13º Mundo de Mulheres. E seu tema será “MATERNIDADES: Reais e Simbólicas” tendo dois eixos:

    a) Experiências de maternidade (parto, amamentação, divisão sexual do trabalho, articulação com vida acadêmica….)

    b) Formação de estudantes (criação de núcleos, experiências de orientação na graduação e pós-graduação, projetos de extensão…)

    Relembramos que bebês e crianças de todas as idades serão bem-vindas no encontro.

    As inscrições devem ser feitas pelo e-mail:


  • Café (Psico) Antropológico apresenta: “El Coño Insumiso”

    Publicado em 26/07/2017 às 16:41

    Convidamos a todas e todos para participarem do Café (Psico) Antropológico realizado esta semana!

    O Projeto Café (Psico) Antropológico desta edição promove o debate e exibição de vídeos sobre “El Coño Insumiso: estudos de gênero e sexualidade em Andaluzia”  e conta com a presença de professores estrangeiros para a promoção do debate : Begoña Sanchez Torrezon (Universidad de Cadiz), José Maria Vascuende del Rio (Universidad Pablo Olavides), Maria Marco (Universidad Pablo Olavides) e Rafael Caceres Feria (Universidad Pablo Olavides)

    Quando: 28 de julho ( sexta-feira)

    Horário: 19h00

    Local: Teatro da UFSC ( ao lado da Igrejinha UFSC)

    A atividade é uma parceria entre os cursos de Antropologia e de Psicologia, da UFSC e faz parte da programação de pré-eventos do 13º Mundo de Mulheres (MM) e 11º Fazendo Gênero (FG) que ocorre na UFSC na semana seguinte, de 31 de julho a 4 de agosto, e que também contará com a presença das professoras e professores convidadas e convidados.

    Participe!

     

     

     


  • Especialização EaD em Gênero e Diversidade na Escola forma 148 profissionais

    Publicado em 11/01/2017 às 23:15

    A primeira edição do curso de Especialização a Distância em Gênero e Diversidade na Escola (GDE), promovido pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), financiado pelo Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação (MEC), teve dois anos de duração e acaba de graduar 148 especialistas. O curso, que já foi realizado em duas edições em nível de aperfeiçoamento, com três meses de duração, teve sua primeira turma de especialização, com aulas via plataforma Moodle e módulos presenciais em cinco cidades do estado, com temáticas voltadas ao debate sobre gênero, sexualidades, diversidades, raça e etnia e deficiência.


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    Segundo as coordenadoras do GDE, as professoras Olga Regina Zigelli Garcia e Miriam Pillar Grossi, não há perspectiva de oferta de nova edição do curso pelo governo federal, apesar de haver grande procura. “Trata-se de um curso que exige recursos públicos para ser realizado, pois envolve um número significativo de professoras(es) e tutoras(es). Toda semana a coordenação do curso tem recebido mensagens de professoras(es) do ensino público interessadas em cursá-lo”, explicam.

    O curso é voltado para profissionais e voluntários que trabalham com a educação. A iniciativa é aplaudida pelas docentes como um espaço de formação por uma sociedade mais igualitária. “A escola é um dos espaços de socialização mais marcantes do viver humano. Com este olhar, o curso visou à formação de professoras(es) da rede pública municipal, estadual e federal de ensino, em gênero, sexualidade, orientação sexual, relações étnico-raciais e deficiências, a fim de capacitá-las(os) para atuarem na educação formal, promovendo a igualdade e equidade, através da articulação e implantação destas temáticas no contexto escolar. O principal ganho é a instrumentalização de multiplicadoras(es) nas temáticas abordadas”, ressalta Olga Zigelli.

    As coordenadoras destacam que houve um esforço para que houvesse o mínimo de evasão possível. Miriam Grossi explica que esta edição do curso iniciou-se com 240 cursistas, metade nas proximidades de Florianópolis, a outra metade dividida entre os polos de Concórdia, Laguna, Praia Grande e Itapema, onde aconteciam os encontros presenciais. Houve evasão de 92 estudantes, sendo que cerca de 30 não chegaram a iniciar o curso. “Nós tivemos o compromisso pedagógico com a inclusão e com a não-evasão. Reforçávamos sempre que o curso custa quase R$ 1 milhão para o Ministério da Educação, e quanto menos cursistas se formarem, mais caro vai significar a formação de cada uma(um). Continuar no curso é também um compromisso social”, reforça Miriam.

    A pedagoga e formanda do GDE, Aparecida Takigawa, aponta que o curso lhe proporcionou um olhar diferenciado sobre conceitos e a interdisciplinaridade das questões raciais e de gênero. “São informações que abrem os olhos, possibilitam uma formação muito mais abrangente. Não existe formação completa, a ciência muitas vezes deixa de considerar a subjetividade humana. Por isso eu acredito que esse tipo de informação deve chegar a todos(as), não só o educador, mas outros cientistas, os aplicadores das leis, profissionais em geral. Foi um curso muito bom”, elogia.

    Durante o curso atuaram como tutores, orientadores e arguidores de TCCs aproximadamente 70 estudantes de pós-graduação, atuando nas 12 disciplinas oferecidas em seis módulos de dois meses cada. O curso foi acompanhado por oito tutores presenciais e aproximadamente 40 a distância. A orientação dos TCCs ficou a cargo desses professores e tutores, além de 75 docentes e pesquisadores de todo o Brasil, especialistas nos temas escolhidos pelos cursistas. Durante as defesas dos TCCs, ocorridas em 10 e 17 de dezembro de 2016, foram mobilizados em torno de 100 professores e pesquisadores para integrar as bancas.

    As coordenadoras do GDE destacam que os tópicos do curso, que abordam temas como preconceito, homofobia, racismo e sexismo, foram refletidos em mudanças de postura dos próprios alunos. “Os TCCs refletiram a percepção e mudança de comportamentos, apresentando propostas inovadoras que traduzem o respeito à diversidade humana e a promoção da equidade”, ressaltam. “Trata-se, sem dúvida, de uma experiência exemplar de política pública federal que permitiu uma intensa articulação da Universidade com a comunidade”, destacam.

    A professora Raquel Mombelli, que orientou três trabalhos, afirma ter constatado avanços no processo de formação acadêmica das profissionais. “As pesquisas realizadas resultaram desse processo sério e extremamente necessário de produção de profissionais amadurecidos teoricamente e didaticamente, e com capacidade de produção de reflexões refinadas e aprofundadas sobre a temática das relações étnico-raciais, da mulher e da criança negra no espaço escolar, do preconceito e do racismo”, salienta. “Não tenho dúvidas que essas(es) profissionais farão a diferença nos espaços em que estão inseridas, chamando a atenção para a urgência de trabalhos e pesquisas nessa temática e na capacitação continuada dos professores”, complementa.GDE_orient

    “O curso existe há 13 anos e infelizmente, a atual conjuntura de desmonte das políticas sociais e e de direitos étnicos e coletivos quase impossibilitou a conclusão dessa edição do GDE. Espero que cursos como esses possam continuar, se proliferar e se fortalecer ainda mais, pois a superação do racismo, do preconceito, da homofobia, da intolerância religiosa, das desigualdades étnico-raciais e de gênero só serão superadas pelo caminho da educação”, salienta Raquel.

    Os TCCs estarão disponíveis para consulta no repositório da Biblioteca Universitária da UFSC a partir do dia 1º de fevereiro, e serão também apresentados durante a 13ª edição do Women’s Worlds Congress e 11º Fazendo Gênero, eventos simultâneos promovidos pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da UFSC, de 30 de julho a 4 de agosto.

    Mayra Cajueiro Warren
    Jornalista da Agecom/UFSC


  • Defesa de TESE

    Publicado em 13/12/2016 às 15:29

    Convidamos para a defesa da TESE de Jimena Massa

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    Quando:

    15 de dezembro (quinta-feira)
    às 16 hrs.

    Onde: 

    Sala 110
    CFH - UFSC

     


  • Defesa de TCC

    Publicado em 13/12/2016 às 15:22

      Convidamos para a defesa do TCC de Helena Monaco

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    Quando:

    14 de dezembro (quarta-feira)
    às 14 hrs.

    Onde: 

    Sala de Usos Múltiplos
    Departamento de História
    CFH - UFSC

     

     


  • CAFÉ ANTROPOLÓGICO

    Publicado em 08/12/2016 às 12:09

     

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    Café Antropológico convida para exibição e debate do documentário: QUEM MATOU ELOÁ? de Lívia Perez

     

    Quando:

    08 de dezembro às 18:30

    Onde:

    Casa da Memória

    R: Padre Miguelito, 58 – Centro

    Florianópolis – SC

     

     


  • Simpósio [Trans] Gênero e Religião

    Publicado em 18/11/2016 às 14:30

    [Trans] Gênero e Religião: Diversidades, Resistências e Afetos

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    Estão abertas inscrições para Minicursos, Pôster e Comunicação Oral e ainda ouvintes:

    GT 1. (Trans) Gênero & Religião

    GT 2. (Des)patologizando e (des)psiquiatrizando corpos desviantes da norma heterossexual e cisgênera

    GT 3. Mulheres, religião e mídia: as violências naturalizadas

    Minicurso 1. Sexo, gênero e orientação sexual: funções e disfunções na sociedade contemporânea

    Minicurso 2. Religião a partir da perspectiva não-binárie: percursos acadêmicos e militantes

    Minicurso 3. Telenovela Gabriela (2012) como dispositivo pedagógico para pensarmos relações de gênero

    As inscrições e mais informações sobre o evento estão disponíveis no site:

     http://generoereligiao.wixsite.com/simposio


  • REVISTA CIÊNCIA E SAÚDE – edição 21.10

    Publicado em 21/10/2016 às 10:38

    Deficiência, Família e Sociedade : Ciência & Saúde Coletiva – edição 21.10 (outubro/2016)

    Anahi Guedes, pesquisadora do Nigs, teve seu artigo selecionado para a Revista Ciência e Saúde – edição 21.10, publicada pela ABRASCO (Associação Brasileira de Saúde Coletiva), qual examina o tema da deficiência e sua abordagem pela saúde pública no Brasil e no mundo. Os trabalhos ressaltam as mudanças e tensões na compreensão conceitual da deficiência, na virada do Século XXI, e com isso se reflete em atitudes, práticas e políticas.

    fonte: https://goo.gl/gGjODb

     
     
    Deficiência, incapacidade e vulnerabilidade: do capacitismo ou a preeminência capacitista e biomédica do Comitê de Ética em Pesquisa da UFSC – Anahi Guedes de Mello

    Acesse aqui o artigo:

     https://goo.gl/rPKxve

    2016-08-01 11-27-20


  • NIGS REPRESENTA O DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA NO 26º SIC (Seminário de Iniciação Científica)

    Publicado em 20/10/2016 às 16:03

    Quando: 21/10/2016 às 11:00 hrs

    Onde: Centro de Eventos UFSC | Sala: Goiabeira

    Suzana Martins Costa graduanda de Antropologia e pesquisadora do NIGS, teve seu trabalho selecionado para o 26º Seminário de Iniciação Científica como bolsista do Projeto de Extensão Papo Sério – promovido e executado pelo Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades da UFSC no ano de 2015.

    O trabalho apresenta o Projeto Papo Sério, ao longo dos nove anos (2007-2015), exibindo a vivência e a formação dos e das estudantes das escolas públicas da Grande Florianópolis. Deste modo, relata as quatro principais ações que fomentam a iniciativa do projeto: formação teórica das pesquisadoras e dos pesquisadores; prática de oficinas e docência; participação em datas comemorativas (como 8 de Março, Dia Contra Homofobia, Semana da Visibilidade Lésbica); e a realização do Concurso de Cartazes sobre Lesbo, trans, homofobia e heterossexismo nas escolas.

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    Assista o vídeo aqui:

    https://goo.gl/fyYW9e


  • Aula Magna do PPGICH

    Publicado em 17/04/2016 às 11:56

    A AULA MAGNA DO PPGICH – SEMESTRE 2016/2 será ministrada pela Profa. Dra. Miriam Pillar Grossi, por ensejo de sua conferência intitulada “Gênero, Identidades e Subjetividades: 25 anos de estudos feministas e queer”, encerrando as atividades em comemoração aos 25 anos do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS), que estão ocorrendo na UFSC, entre os dias 18 e 20 de abril, com participação de mais de cem pesquisadores de diferentes partes do Brasil.

    A Conferência (Aula Magna) será proferida às 18:00h do dia 19 de abril de 2016 (terça-feira), no Auditório do Espaço Físico Integrado (EFI) – UFSC.

    O tema “A decolonialidade como proposta epistemológica na Universidade – princípios de uma mudança que vem do Sul” será apresentado e debatido pelo Prof. Dr. Carlos Walter Porto Gonçalves, que realiza seu pós-doutorado junto ao PPGICH, no período vespertino do dia 19 ou 20 de abril, em horário e local que será divulgado oportunamente.

    Assista o vídeo aqui:

    https://goo.gl/VSZv3D


  • NIGS celebra 25 anos com encontro entre diferentes gerações de pesquisadores/as

    Publicado em 12/04/2016 às 8:34

     

     

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    Criado em 1991 como parte do Laboratório de Antropologia no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFSC, o Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades comemora em 2016 seus 25 anos de existência no dia 19 de abril de 2016, no auditório do EFI-UFSC, com atividades abertas ao público das 14 às 20h

     

     

    Como se constitui o campo dos estudos de gênero e sexualidades no Brasil e suas redes de cooperação científica e com a sociedade civil? É em torno de questões como estas que estarão em diálogo os/as mais de cem pesquisadores/as de diferentes partes do Brasil: egressos/as e parceiros/as em diferentes projetos, que participarão dos eventos que devem marcar os 25 anos do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), entre os dias 18 e 20 de abril de 2016.
    A série de eventos que comemora os 25 anos do NIGS se inicia com a Jornada de Divulgação dos Resultados Preliminares do projeto “Avaliação do Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero”, da Secretaria de Políticas para as Mulheres A atividade será restrita para os/as pesquisadores/as envolvidos/as com o projeto voltado a avaliar os resultados de uma década desta política pública.

    O segundo dia do evento, terça-feira (19 de abril), a partir das 14h, será voltado para a comunidade acadêmica. Um vídeo com depoimentos de egressos/as do NIGS será exibido já na abertura, no Espaço Físico Integrado (EFI), da UFSC. Em seguida, estarão em discussão duas dezenas de projetos coletivos desenvolvidos pelo núcleo de pesquisa (confira tabela completa da programação). Neste dia, o destaque será para temáticas interdisciplinares, como parentesco; família e novas tecnologias de reprodução; gênero e história das ciências humanas; gênero e educação; feminismos e novos movimentos sociais.

    A performance “Cenas do Papo Sério” será uma mostra do trabalho do NIGS no campo da educação e extensão universitária em diálogo com escolas da grande Florianópolis. A atividade cultural antecede a conferência de encerramento da professora Miriam Pillar Grossi: “Gênero, Identidades e Subjetividades: 25 anos de estudos feministas e queer”, às 18h15.

    Na quarta-feira (20 de abril) o foco será a apresentação dos resultados do projeto “Antropologia, Gênero, Ciências e Educação”, financiado pelo Programa de Apoio a Núcleos Emergentes (Pronem) da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) em parceria com o CNPq. Neste dia, serão apresentados os resultados de pesquisa de quatro instituições de ensino: UFSC, UNIPLAC/Lages, UFFS/Chapecó e UNISUL/Tubarão. Haverá uma Roda de Conversa, com foco na nucleação das pesquisas desenvolvidas pelo NIGS em diferentes IFES do Brasil, com a participação de egressos/as de pós-doutorados/as institucionais (Reuni 2011-2012 e PNPDs/Capes 2009-2016) e apresentação de resultados de pesquisas sobre Antropologia, Gênero e Educação desenvolvidas por membros/as das equipes de ensino médio, graduação, mestrado e doutorado. O evento será finalizado com a intervenção do professor Cesar Zucco (FAPESC) e pró-reitores da UFSC, UFFS, UNISUL e UNIPLAC – como atividade fechada aos membros da rede.

     

    Programação do dia 19 de abril de 2016 (terça-feira)

    14:00 – 14:45
    Abertura dos trabalhos pelos mestres de cerimônias Felipe Fernandes (UFBA) e Juliana Cavilha (Estácio Florianópolis)
    Apresentação do vídeo: NIGS 25 anos (editado por Suzana Costa e Miriam Pillar Grossi)

    14:45 – 15:45
    Projetos coletivos desenvolvidos pelo NIGS

    Período: 1990 – 2009
    Coordenação: Alinne Bonetti (Unipampa)

    1. Trabalho de Campo e Subjetividade – Elisete Schwade (UFRN)
    2. Violências contra grupos minoritários na mídia – Juliana Cavilha (ES) e Raquel Wiggers (UFAM)
    3. Mapeamento de Organizações feministas no Brasil – Sonia Miguel (SPM)
    4. Projeto Rizoma – Ilse Scherer Warren (UFSC)
    5. Novas Tecnologias Reprodutivas e Humanização do Parto – Marlene Tamanini (UFPR)
    6. Projetos Institucionais CNPq – Vinicius Kauê Ferreira (EHESS) e Marie Leal (UFSC) e SPM de apoio a núcleos Fernanda Moraes (UFPR) e Carmem Vera Vieira (UFSC) – 2008/2016.
    7. Rede Parentalidades e Conjugalidades – Anna Uziel (UERF) e Eduardo Saraiva (UNISC)
    8. Ensino religioso e gênero nas escolas -Maria Amelia Dickie (UFSC) Myriam Aldana (Unochapecó) e Tania Welter (NIGS)
    9. Iniciação sexual e gênero nas escolas de Santa Catarina – Felipe Fernandes (UFBA) e Fernanda Cardozo (UFSC)
    10. História das Mulheres Antropólogas – Carla Cabral (UFRN)

    15:45 – 16:15
    Intervalo

    16:15 – 17:30
    Projetos coletivos desenvolvidos pelo NIGS
    Período: 2010 – 2016

    Coordenação: Isadora Vier Machado (UEM)
    1. Gênero e Ciências – Caterina Rea (Unilab) e Daniela Novelli (UDESC)
    2. Conferências Nacionais de Políticas para Mulheres – Felipe Fernandes (UFBA) e Elisete Schwade (UFRN)
    3. Nome Social e Trans Day – Simone Avila (SMS-POA), Melissa Barbieri (UFSC) e Crishna Correa (UFSC)
    4. Papo Sério: oficinas e concursos – Anelise Froes (UFRGS), Arianna Sala (MEC) e Marisa Naspolini (UFSC)
    5. Formação de professoras: assessoria GEEMPA – Marcelo Oliveira (UFV) e GDE, Olga Zigelli Garcia (UFSC) e Pedro Magrini (UFSC)
    6. Projetos Institucionais CNPq e SPM de apoio a núcleos – Marie Leal (UFSC) Fernanda Moraes (UFPR), Carmem Vera Vieira (UFSC)
    7. Projetos de redes:
    PROCAD – Elisete Schwade (UFRN)
    CAPES COFECUB – Anna Amorim (UFSC) e Claudia Nichnig (IES)
    LIESS – Melissa Barbieri (UFSC)
    8. Projeto Antropologia, Gênero e Educação e PNPD CAPES – PRONEM FAPESC Tânia Welter (NIGS) e Mareli Graupe (UNIPLAC) 2011/2016.
    9. Avaliação do Prêmio Igualdade de Gênero – Tânia Welter (NIGS), Marinês da Rosa (UFSC) e Izabela Liz Schlindwein (UFSC) 2015/2016.

    17:30 – 18:00
    Intervalo

    18:00 – 18:15
    Performance Cenas do Papo Sério
    Coordenação: Marisa Naspolini (UFSC)
    Equipe: Emília Dutra (UDELAR), Isis Beck (Administração), Suzana Costa (UFSC), Nauana Antonello (Ciências Sociais), Suzana Costa (Antropologia) e Vinicius Bressan (Jornalismo).

    18:15 – 19:00
    Conferência de encerramento
    Coordenação: Mara Lago (UFSC)
    Gênero, identidades e subjetividades: 25 anos de estudos feministas e queer – Miriam Pillar Grossi (UFSC)

    19:00 às 19:15
    Mesa de encerramento com autoridades

    19:15 às 20:00
    Festividade de encerramento


  • Dane-se a Fobia: preconceito fora

    Publicado em 04/03/2016 às 14:57

    A canção Dane-se a Fobia, criada pelas alunas e alunos do 6º ano da Escola Básica José Amaro Cordeiro, foi aceita no XII Congresso da Associação Internacional para o Estudo da Música Popular, Seção Latinoamericana, que será realizado esse mês em Cuba. A música foi criada para o VII Concurso de Cartazes sobre Lesbofobia, Transfobia, Homofobia e Heterossexismo nas escolas, realizado ano passado pelo projeto Papo Sério. Toda a equipe NIGS deseja uma ótima viagem à Letícia Grala, a professora do que coordenou a criação da música  e vai viajar para a cidade de Havana, representando a escola e seus alunos.

    Veja aqui a matéria feita pela Prefeitura de Florianópolis.

    Dane-se a Fobia

    Amor é opção

    Preconceito fora

    Ouça seu coração

    E passe a aceitar agora.

     

    Pelo amor de deus

    Ninguém é igual

    Mas não importa quem

    Todo mundo é especial.

     

    Lesbofobia

    Homofobia

    Transfobia

    DANE-SE A FOBIA.

     

    Ninguém devia se importar

    Porque o importante

    É o que dentro de nós está.

     

    Ôpa, desculpa

    Esqueci de dizer

    Ninguém é melhor que eu

    E nem melhor do que você.