Mesa redonda

17/09/2012 17:41

“Feminismo, Arte e História da Ciência”

Rosa Blanca Cedillo (FEEVALE): Irresolución/diseminación: queerizando el codigo binario.

Vinicius Kauê Ferreira (EHESS): Antropologia, alteridade e ambivalência: notas sobre a antropologia na India (e na França).

O primeiro encontro deste semestre do grupo de estudo Gênero, Feminismo e Ciência da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) será nesta sexta-feira, às 18 horas, na sala 316 do CFH.

Nas fotos você confere quem são os convidados desta edição.

Tags: arteBlanca Cedillofeminismohistória da ciênciamesa redondaRosaVinicius Kauê Ferreira

Política

24/08/2012 14:23

I Plano Municipal de Políticas LGBT vira decreto em Florianópolis

Documento que define prioridades foi elaborado com a participação do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS)

Foi aprovado em Florianópolis o I Plano Municipal de Políticas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Trangêneros (LGBT) por meio do decreto n. 9998-2012. O documento que define prioridades e propostas de políticas públicas para Florianópolis nos próximos anos foi elaborado a partir I Conferência Municipal LGBT “Por um país livre da pobreza e da discriminação: promovendo a cidadania LGBT” e “Por uma Florianópolis sem homofobia”, organizado pela Coordenadoria Municipal de Políticas para as Mulheres (CMPP-Mulher) de Florianópolis com a assessoria do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que elaborou o texto base da conferência, com a participação de uma dezena de pesquisadoras e pesquisadores especialistas em temáticas LGBT. Neste momento, a CMPP-Mulher finaliza a revisão e diagramação do documento para impressão e divulgação.

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Tags: direitos humanosLGBTNIGSplano municipalpolítica

Política

24/08/2012 14:03

I Plano Municipal de Políticas LGBT vira decreto em Florianópolis

Documento que define prioridades foi elaborado com a participação do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS)

Foi aprovado em Florianópolis o I Plano Municipal de Políticas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Trangêneros (LGBT) por meio do decreto n. 9998-2012. O documento que define prioridades e propostas de políticas públicas para Florianópolis nos próximos anos foi elaborado a partir I Conferência Municipal LGBT “Por um país livre da pobreza e da discriminação: promovendo a cidadania LGBT” e “Por uma Florianópolis sem homofobia”, organizado pela Coordenadoria Municipal de Políticas para as Mulheres (CMPP-Mulher) de Florianópolis com a assessoria do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que elaborou o texto base da conferência, com a participação de uma dezena de pesquisadoras e pesquisadores especialistas em temáticas LGBT. Neste momento, a CMPP-Mulher finaliza a revisão e diagramação do documento para impressão e divulgação.

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Discussão

21/08/2012 15:32

 Aborto: caso de saúde ou polícia?

PRENDER OU CUIDAR?! Você escolhe o final!

Uma mulher está caída. Uma amiga corre para pedir socorro e encontra outra que a aconselha a chamar a polícia ao invés da ambulância. O que você faria? Você escolhe o final deste vídeo interativo divulgado pela Organização Não-Governamental Feminista Católicas pelo Direito de Decidir.

Acesse o site da organização.

Tags: abortocatólicas pelo direito de decidirdiscussãoescolhafinal

Parceria franco-brasileira

31/07/2012 22:28

Marcadores sociais da diferença: estudos brasileiros em Toulouse

Muitos pesquisadores e estudantes brasileiros do campo das  ciências humanas e sociais estão atualmente trabalhando no sudoeste da França. Laboratórios de pesquisa em Toulouse e região também são morada de muitos pesquisadores franceses e pós-graduandos que estudam a sociedade brasileira. Um ponto comum de suas investigações são os marcadores sociais da diferença (gênero, raça, deficiência, religião, sexualidade, classe etc.). Como esses marcadores se formam? Como constituem identidades individuais e coletivas? Esses marcadores funcionam como estigmas? Que consequências têm em termos de distinção, ou, para colocar em termos mais políticos, de discriminação?

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Tags: brasildiferençafrançamarcadores sociaisparceriatoulouse

Conferência internacional

04/06/2012 20:58

 Pós-doutorando da UFSC apresenta conferência em Paris

O pós-doutorando Felipe Fernandes (foto acima), do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), apresentou este mês uma conferência no Ciclo de Palestras Praça Pública, da escola lacaniana, em Paris. O evento foi promovido pela revista de psicanálise “L’ Unebévue” (http://tinyurl.com/859slhu).

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Tags: conferênciaescola lacanianaFelipe FernandesinternacionalNIGSParisPraças Públicas

Sessão cinema

30/05/2012 00:17

Apresentação do filme “A Antropóloga”

 

A disciplina de Gênero do doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas promoverá a projeção do filme “A Antropóloga” nesta sexta, 1 de junho, das 12 às 13h30, no auditório do CFH.

Uma oportunidade a mais para quem ainda não assistiu ao filme.

Tags: antropólogaCFHcinemadoutoradofilme

Colóquio

27/05/2012 15:36

 João Pacheco de Oliveira na UFSC

João Pacheco de Oliveira, professor titular de etnologia indígena do Museu Nacional (MN/UFRJ), é um dos antropólogos mais produtivos na construção de conhecimento sobre as sociedades indígenas em situações de intenso contato interétnico. “Capitão de longo curso”, como o chamou Roberto Cardoso de Oliveira ao destacar sua importância na moderna antropologia brasileira, João Pacheco é um extraordinário inovador da antropologia histórica, ao mesmo tempo o etnólogo que busca junto aos indígenas os elementos fundamentais de sua reflexão. Suas formulações teórico-conceituais de largo alcance cobrem várias de áreas de investigação, destacando etnicidades, etnologia indígena, emergências étnicas, relações interétnicas, práticas indigenistas estatais, ou a própria pesquisa antropológica.

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Tags: antropologiacolóquioéticaJoão Pacheco de oliveiraregulamentação da pesquisa

Abaixo-assinado “Nous, féministes”

05/05/2012 20:54

 

 

Nous citoyennes et indigènes, immigrées et autochtones, bourgeoises et prolétaires, travailleuses et chômeuses, nationales et naturalisées, européennes et étrangères, militantes et universitaires : filles, mères, ménopausées, avortées ou hormonées, Noires, blanches, tsiganes, arabes, musulmanes, juives ou chrétiennes, croyantes, mécréantes, voilées, dévoilées, revoilées, sexy, grosses, anorexiques, valides ou non, straight, trans, gouines, queer, morales, immorales, amorales, victimes, putes, épargnées ou enragées, …

Nous, féministes, filles d’Olympe de Gouges, la demi-mondaine guillotinée pour avoir déclaré nos droits, de Solitude, mulâtresse guillotinée à Pointe à Pitre pour s’être élevée contre le rétablissement de l’esclavage, de Mary Wollstonecraft et de sa philosophie authentiquement universaliste, de Flora Tristan qui défendait “la nécessité de faire bon accueil aux femmes étrangères”, de Fatma N’Soumer combattante algérienne qui prit les armes contre l’armée coloniale, de Louise Michel qui se rangea sans hésiter du côté des Kanaks contre les colonisateurs de son pays, d’Olga Bancik la combattante invisible de la bande à Manouchian décapitée par les nazis, des 230 militantes, résistantes, du convoi du 24 janvier 1943 qui entonnèrent la Marseillaise en franchissant le portail de Birkenau, … Nous, filles, petites filles du MLF et du FHAR ; filles d’Audre Lorde, poétesse, lesbienne, caribéenne, traquant le racisme, le sexisme et l’homophobie jusque dans les rangs des mouvements féministes et des mobilisations anti-racistes…

Filles de Virginia Woolf, nous dénonçons avec elle la propagande nationaliste qui prend les femmes en otage et prétend les défendre alors qu’on bafoue leurs droits fondamentaux : « En tant que femme, je n’ai pas de pays, en tant que femme, je ne désire pas de pays, mon pays c’est le monde entier… ».

Notre généalogie ne connaît pas de zones d’ombre : nous représentons cette tradition féministe internationaliste et anti fasciste qui s’est historiquement battue contre l’instrumentalisation colonialiste et nationaliste des droits des femmes et qui a toujours revendiqué l’égalité de toutEs et tous, quels que soient nos conditions, nos papiers d’identité, nos sexualités, nos religions, … Nous déclarons que nous ferons tout pour débarrasser le pays du Président sortant et appelons toutes et tous à en faire autant pour barrer la route au fascisme qui se répand en France et en Europe.
Il est temps que nous nous rassemblions pour combattre ces politiques qui détruisent systématiquement notre communauté politique, nos droits, nos libertés démocratiques, le lien social et la solidarité et qui osent le faire en notre nom. Il est temps qu’un autre féminisme prenne la parole : nous, féministes, refusons avec la plus vive détermination que les « droits des femmes » et des « homosexuelLEs » ou « l’égalité des sexes » servent des idéologies et des pratiques néo coloniales et liberticides.

Nous refusons de nous rendre complices de tels dispositifs qui créent les conditions de la toute puissance du capitalisme néolibéral, de la promotion d’une morale paternaliste de la « tolérance », de la réduction du politique au maintien de l’ordre policier et douanier, du fichage, de la surveillance et de la criminalisation des « étrangerEs », des populations paupérisées comme des syndicalistes et du mouvement social. Nous nous révoltons contre cette société qui laisse crever ses propres citoyenNEs de froid et de faim dans la rue tout en prétendant ne pas pouvoir accueillir « toute la misère du monde » ; nous condamnons la ruine des services publics, notamment en matière de santé, d’éducation, de recherche et de proximité qui sont la condition matérielle nécessaire de l’égalité réelle.

Obscur objet du désir, l’adhésion de 6 millions d’électeurs et d’électrices françaisES à une culture fascisante fait l’objet d’un racolage actif. Le score du FN est comme un blanc seing pour nous maintenir dans la minorité, pour nous abreuver de représentations populistes, débiles, de raisonnements simplistes qui ne prônent que la haine ; la société civile n’est plus qu’une société de consommation clivée et apeurée. Cette surenchère doit cesser… Pour notre part, nous ne laisserons plus ce front nationaliste récupérer le féminisme pour en faire l’étendard des frontières de l’« Occident ». Nous ne laisserons pas un parti, quel que soit le sexe de son chef, nous diviser impunément.

Nous luttons contre le grand renfermement dans une Europe forteresse qui transforme le combat historique pour nos droits et nos libertés sur nos corps et nos vies en une valeur de la « civilisation occidentale » et un critère d’intégration islamophobe… Qu’en est-il justement de « Nous » ? Qu’en est-il de « nos » droits ? Qu’en est-il de ces millions de femmes vivant ici sous le seuil de pauvreté ou assignées au travail domestique ? Qu’en est-il de l’égalité réelle des sexes et des sexualités ?… Quelle place occupe la lutte contre l’hétérosexisme dans notre société : une société qui maintient les discriminations salariales comme la permissivité des insultes ou l’impunité des violences ? Quels moyens sont alloués à une éducation sexuelle émancipatrice et à l’accès réel aux droits sexuels reproductifs et non reproductifs pour toutEs (maintien des centres d’IVG, valorisation et diffusion de la gynécologie médicale, contraception libre et gratuite, accès à la PMA sans discrimination) ?

En tant que féministes, comment ne pas exiger l’abrogation des lois qui criminalisent les femmes en raison de leur religion, le développement de mode de garde collectif, la réforme des manuels scolaires et le développement de la place de l’histoire des femmes, des études postcoloniales et de la notion de « genre » dans toutes les disciplines, l’éradication des publicités et des jouets prônant l’hétérosexualité obligatoire, la reconnaissance pleine et entière des droits sociaux des prostituéEs ? …

Quelles leçons prétendons-nous vouloir donner au monde et de quelle histoire voulons-nous être les héritierEs ? Nous appelons aujourd’hui à voter pour le candidat qui demeure en position de barrer la route au projet néoconservateur d’une Europe amnésique, pour faire rempart aux politiques avilissantes des droites extrêmes comme des dérives droitières des partis de gouvernement d’ici ou d’ailleurs. Cet appel ne donne nullement carte blanche à M. Hollande ni ne signifie une adhésion à son programme économique et social : nos votes sont une promesse qui charrie le tumulte des combats passés, une promesse vis-à-vis de cette mémoire des luttes, un engagement pour l’avenir.

Si nous gagnons cette fois, nous n’oublions pas que les fascistes sont de retour en Europe ; une Europe déchirée et désolée par des décennies d’un néolibéralisme agressif. Fidèles à Virginia Woolf, et à son brulot féministe Trois guinées (expurgé de ses œuvres « complètes » récemment parues dans La Pléiade), nous affirmons que, désormais, quiconque tente de nous instrumentaliser en prétendant défendre le droit des femmes sous couvert de progrès, d’identité nationale ou de défense des frontières européennes – rencontrera sur son chemin une internationale féministe que nous appelons de nos vœux.

Pour signer

Eleni Varikas, Elsa Dorlin, Oristelle Bonis/Editions iXe, Laure Bereni, Isabelle Clair, Sonia Dayan-Herzbrun, Nacira Guénif, Rada Ivekovic, Danielle Kergoat, Rose-Marie Lagrave, Geneviève Pruvost, Judith Revel, …

Cécile Arfi, photographe (Saint-Denis)
Athena Athanasiou, anthropologue (Athènes)
Hourya Bentouhami, philosophe (Toulouse)
Anne Berger, littéraire (Paris)
Marc Bernardot, Réseau Terra (Paris)
Annie Bidet-Mordrel, philosophe (Paris)
Chris Blache, conseillère égalité H/F campagne d’Eva Joly (Paris)
Marianne Blidon, géographe (Paris)
Françoise Bloch, sociologue (Lyon)
Sarah Bracke, sociologue/co-fondatrice NextGENDERation (Bruxelles)
Coline Cardi, sociologue (Paris)
Natacha Chetcuti, sociologue (Paris)
Diana Prince Club, association autodéfense féministe (Paris)
Karine Espineira, sociologue (Bordeaux)
Eric Fassin, sociologue (Paris)
Artemisa Flores Espinola, sociologue (Paris)
Marie-Dominique Garnier, littérature (Paris)
Lise Gaignard, psychologue (Paris)
Yvonne Guichard-Claudic, sociologue (Brest)
Alexandre Jaunait, politiste (Poitiers)
Chloé Le Gouez, militante La Barbe (Paris)
Ilana Löwy, historienne des sciences (Paris)
Michael Löwy, philosophe (Paris)
Jacqueline Martin, universitaire retraitée (Toulouse)
Hélène Meynaut, juge de Prud’hommes (Paris)
Delphine Naudier, sociologue (Paris)
Toni Negri, philosophe
Anna Jarry-Omarova, sociologue (Paris)
OUTrans, association trans d’autosupport (Paris)
Patricia Paperman, sociologue (Paris)
Maria Puig de la Bellacasa, philosophe (Leicester)
Vincenza Perilli, essayiste Marginalia (Bologne)
Michal Raz, doctorante (Paris)
Lisbeth Sal, militante NPA (Paris)
Maria-Eleonora Sanna, chômeuse (Paris)
Robert Sayre, sociologue de la littérature (Paris)
Leticia Sabsay, Open University (Milton Keynes)
Joan W. Scott, historienne (New York)
Ann Laura Stoler, New School (New York)
Christelle Taraud, historienne (Paris)
Catherine Teiger, CNAM (Paris)
Maud Yeuse Thomas, écrivaine (Bordeaux)

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Audiência pública

05/05/2012 17:12

 Aula de gênero na Assembleia Legislativa

A disciplina de Seminário Temáticos de Gênero ocorreu do lado de fora da UFSC no dia 4 de maio. A aula em nível de pós-graduação, da professora Miriam Grossi, foi realizada na Assembleia Legislativa de SC, durante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência Contra a Mulher. Estas audiências públicas ocorrem em diferentes lugares do País para apontar falhas na aplicação da Lei Maria da Penha ou denunciar omissões do poder público.

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Tags: assembléia legislativaaudiência públicaaulagêneromiriam grossiPós-graduação

Luta internacional

18/04/2012 01:22

International Day Against HOMOPHOBIA – TRANSPHOBIA (IDAHO)

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Falta apenas um mês para 17 de maio, Dia Internacional Contra a Homofobia e Transfobia e pessoas e organizações ao redor do mundo já estão se preparando para o que esperamos ser o mais bem sucedido International Day Against HOMOPHOBIA & TRANSPHOBIA (IDAHO).

Todos os dias, recebemos notícias de todo o mundo sobre as ações que estão sendo planejadas, desde marchas e fóruns públicos até exposições de fotografias e peças de teatro.

Gostaríamos de manter vocês informados do que está sendo planejado e esperamos que nos próximos dias você também compartilhe conosco as atividades realizadas na sua própria área. Para ver a lista completa de eventos, visite o nosso site: www.dayagainsthomophobia.org.

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Tags: 17 de maioagainstdaydia inaternacionalhomofobiaIDAHOlutatransfobia

Cinema

05/04/2012 17:38

Curta “Djero encontra Iketut em Bali” é lançado na mostra Docs do Navi

Frame do curta que será apresentado na Lagoa

Frame do curta que será apresentado na Lagoa

O curta-metragem Djero encontra Iketut em Bali, dirigido pelas antropólogas e professoras da UFSC Carmen Rial e Miriam Grossi será lançado, nesta quinta-feira, 5 de abril, às 20 horas, na Praça Bento Silvério, na Lagoa da Conceição. Esta exibição faz parte da programação da Mostra de Documentários do Navi – Núcleo de Antropologia Visual e Estudos da Imagem que acontece, quinzenalmente, na pracinha da Lagoa. A mostra tem parceria com a Casa das Máquinas. As projeções, sempre que o tempo permite, são realizadas na pracinha. Em caso de chuva, são transferidas para o interior da Casa das Máquinas. Ainda serão exibidos, na quinta-feira, os filmes “Os Seres da Mata” e “Trance and Dance in Bali”.

O curta-metragem “Djero encontra Iketut em Bali”, estreante em Florianópolis, mostra o encontro de dois balineses: um jovem, Djero, motorista na Bali turística da costa, e de um velho, Iketut, morador do vilarejo Desa Bayun Gede, local este estudado pela antropóloga norte-americana Margaret Mead e por seu marido, o antropólogo inglês Gregory Bateson, na década de trinta. Esta pesquisa marcou o inicio da antropologia visual contemporânea. Através deste curta, Carmen Rial e Miriam Grossi revisitam as imagens feitas por Mead e Bateson, comparando-as com imagens atuais daquele vilarejo no alto de uma montanha.

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Tags: carmen rialcurta-metragemdjero encontra iketut em balidocsdocumentáriomiriam grossimostraNAVI

Poet Adrienne Rich, 82, has died

30/03/2012 11:27

 Goodbey Adrienne Rich

adrienne-rich

 

Adrienne Rich, a pioneering feminist poet and essayist who challenged what she considered to be the myths of the American dream, has died. She was 82.
The recipient of such literary awards as the Yale Young Poets prize, the National Book Award, the Ruth Lilly Poetry Prize and the Dorothea Tanning Award given by the Academy of American Poets, Rich died Tuesday at her home in Santa Cruz of complications from long-term rheumatoid arthritis, said a son, Pablo Conrad.

She came of age during the social upheavals of the 1960s and ’70s and was best known as an advocate of women’s rights, which she wrote about in both her poetry and prose. But she also wrote passionate antiwar poetry and took up the causes of the marginalized and underprivileged.

From her first book of poems in the early 1950s, Rich, a Baltimore native who attended Radcliffe College, showed her feminist bearings. Twenty years later, her image was set when universities began introducing courses in women’s studies and Rich was among the most likely writers to be included.

Selected for the National Medal for the Arts in 1997, the highest award given to artists, Rich refused it.

“The radical disparities of wealth and power in America are widening at a devastating rate,” she wrote in a letter addressed to then-President Clinton. “A president cannot meaningfully honor certain token artists while the people at large are so dishonored.”

A full obituary will follow at latimes.com/obits.

Tags: adrienne richdeathdiedpoet

Entrevista

25/03/2012 00:45

Pesquisador do NIGS na França é entrevistado em rádio do RS

A qualidade do programa Rádio Visão obtém reconhecimento na rede mundial. Internautas de várias partes do mundo acompanham o programa de entrevistas (que acontece de segunda a sexta-feira, das 8 às 10 horas) na Rádio Santo Ângelo. Na segunda-feira, 19, o apresentador Paulo Renato Ziembowicz entrevistou o pós-doutorando em Antropologia Social, Felipe Bruno Martins, direto da cidade de Toulouse na França.

O antropólogo, que realizou uma tese de doutorado sobre políticas públicas do Ministério da Educação no Combate à Homofobia no governo Lula, fez contato com a Super, após ler no site da emissora a notícia do jovem de 15 anos – vítima de bullying homofóbico no Colégio Onofre Pires. O pesquisador pretende contatar a família do adolescente para repassar informações a respeito desse tema.

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Tags: combateentrevistaFelipe Bruno Martinsfrançahomofobiapós-doutorandorádiotoulouse

NIGS é citado em entrevista

20/03/2012 12:29

“Aqui tem lésbica, tem sapatão”

Entrevista com ativista lésbica Virgínia Nunes fundadora da ONG Lilás em Lauro de Freitas

SALVADOR, BA, Domingo, 18 de março de 2012 – por MARCELO CERQUEIRA

Ela fala para agente que é fã da teórica lésbica Monique Wittig e que desde cedo aprendeu que ser lésbica pode ser bom, melhor muito bom. Ela se assume como mulher, feminista, acadêmica e lésbica e lastima que muitas mulheres sofram por não poder trilhar o mesmo caminho que ela. Junto com outras lésbicas e feministas nossa acadêmica baiana Virginia Nunes abre a “Roda de Conversa” no dia 22 próxima quinta-feira no Seminário promovido pelo GGB/Diadorin que tem como finalidade debater sobre a eliminação de todas as formas de violências contra mulheres lésbicas e transexuais. Iniciativa é apoiada pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM). Confira a entrevista.

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Tags: entrevistamilitância politicaNIGSong lilásVirginia Nunes

Cinema

13/03/2012 22:27

 “Germaine Tillion: onde há perigo sempre a encontramos”

Germaine Tillion, aluna de Marcel Mauss

Confira o vídeo “Germaine Tillion: onde há perigo sempre a encontramos”, produção que aborda a trajetória de uma das mais importantes antropólogas francesas do século 20, inserida em um projeto de pesquisa sobre a história da antropologia a partir de uma perspectiva feminista. A produção leva a assinatura de Miriam Pillar Grossi e Carmen Silvia Rial, professoras da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Aluna de Marcel Mauss, Germaine Tillion fez etnografias de sociedades touareg do sul da Argélia, que fundamentaram uma parte de sua produção teórica. Como membra do Musée de l’Homme, participou do movimento de resistência à ocupação nazista de Paris, sendo enviada como prisioneira ao campo de concentração de Ravensbrück; experiência que determinou outra parte de sua obra, sobre os campos de concentração e o nazismo.

Veja no link abaixo a produção sobre Germaine Tillion e outros vídeos do NIGS.

Germaine Tillion: onde há perigo sempre a encontramos

http://vimeo.com/38207832

Tags: carmen silvia rialcinemafilmegermaine tillionmiriam grossi

Teatro

12/03/2012 04:03

Quem é Augustine?

Elenco de "Retrato de Augustine" minutos antes de despir-se do figurino para debater a peça com os estudantes da UFSC

Elenco de “Retrato de Augustine” minutos antes de despir-se do figurino para debater a peça com os estudantes da UFSC

O elenco de “Retrato de Augustine” – das dramaturgas Peta Tatit e Matra Robertson – tirou a roupa do figurino e voltou para o palco para discutir a peça com o público logo após apresentação no Sesc Prainha, neste domingo.

As questões apresentadas pelo roteiro foram debatidas com os alunos da professora Miriam Grossi, que também estava presente, mediando as questões de ciência, gênero e psicanálise, ao lado da diretora e responsável pela concepção e tradução da peça Brigida Miranda, que também falou sobre a criação do projeto e bastidores.

Na sinopse, Augustine (Juliana Riechel) é uma jovem de 15 anos do século 19 retratada pela recente tecnologia da fotografia, considerada na época como um registro fiel da realidade. Entre 1876 e 1880, ela é analisada pelo neurologista Jean-Martin Charcot (José Ronaldo Faleiro) – com quem Freud estudaria alguns anos depois. O médico e sua equipe buscam catalogar os ciclos da histeria no Hospital La Salpêtrière, em Paris, por meio de técnicas como a hipnose. Ao longo dos anos, Augustine passa por momentos de lucidez e devaneios, tornando-se uma espécie de “diva da histeria” para a medicina.

Confira mais informações em: http://www.ceart.udesc.br/noticias/2012-02-28_retratodeaugustine.php

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Luta internacional

12/03/2012 03:11

NIGS no Dia Internacional da Mulher em Toulouse

Cerca de 300 pessoas entraram em greve no Dia Internacional da Mulher em Toulouse, no Sul da França, de acordo com  http://www.mativi-toulouse.fr/ – site que divulgou o vídeo sobre o manifesto. “Armadas” com instrumentos de trabalho doméstico como rolo de macarrão, escorredores e vassouras, elas marcharam pelas ruas, lembrando que o caminho para a igualdade de gênero ainda é longo.

O pós-doutorando do NIGS/UFSC Felipe Bruno Martins Fernandes, que estuda na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), estava lá e falou um pouco sobre as realidades das mulheres brasileiras, citando o fato de o País eleger sua primeira presidenta.

Confira o vídeo: Greve das mulheres na França

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