Profª Drª Miriam Pillar Grossi realiza fala na I Mostra Rosa Teatral

19/10/2017 13:26

A Profª Drª Miriam Pillar Grossi participou da cerimônia de abertura da I Mostra Rosa Teatral realizada no mês de outubro no CEART/UDESC. A fala intitulada “Minha Jornada pessoal: entrelaçando femininos e terapias para enfrentar o câncer de mama” contemplou  trajetória pessoal, teorias feministas, estudos de antropologia e os desafios e enfrentamentos para o combate ao câncer nos âmbitos pessoais e sociais. Emocionante, política e cheia de luta ela agora se encontra disponível para acesso online!

Confira o link online : https://www.youtube.com/watch?v=nm8-ofL_ipA

Pesquisadora do NIGS fará palestra em Caxambu – MG

19/10/2017 12:36

O primeiro evento de Ocupa Deficiência de Minas Gerais está chegando! O Seminário Ocupa Deficiência acontecerá dia 22 de outubro, das 9h00 às 17h00 na Câmara Municipal de Caxambu -MG.

A pesquisadora Anahi Guedes Mello realizará uma palestra junto com xs pesquisadorxs Pamela Block -NY, Adriana Dias e Wederson Santos.

Para se inscrever basta preencher o formulário clicando no link abaixo! Os certificados serão enviados até 20 dias úteis após o evento.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdgd5VeDpCfdqlr0ScGbdC97MjhF4fKM-ACzLzmvhd1AGWUHw/viewform?c=0&w=1

 

Convite para a Primeira Mostra Rosa Teatral

30/09/2017 17:11

Convidamos todas e todos para participarem da Primeira Mostra Rosa Teatral, ação que nos reune pela arte nas ações da campanha Outubro Rosa. A Mostra acontecerá durante o dia 02 de outubro a 11 de outubro na Universidade Estadual de Santa Catarina.

A Profª Drª Miriam Pillar Grossi, coordenadora do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades realizará uma palestra na segunda-feira (02/10/17) intitulada ” Minha jornada pessoal: entrelaçando femininos e terapias para enfrentar o câncer de mama”  as 16h00 no CEART/UDESC – Espaço II.

Venha vivenciar a arte e debater com nosostras!

Defesa de Tese de Doutorado

28/09/2017 22:45

Convidamos todas e todos para participarem da Defesa de Tese de Doutorado em Antropologia Social da pesquisadora Crishna Mirella de Andrade Correa, intitulada ” Subjetividades em Trânsito: nome social, travestilidades, transexualidades em duas Universidades Públicas do Sul do Brasil”

Data: 06/10/17

Horário: 14h00

Local: Sala 324 do Centro de Filosofia e Ciências Humanas/UFSC

 

Defesa de Tese de Doutorado

28/09/2017 20:57

A pesquisadora do NIGS Melissa Barbieri defendeu sua Tese de Doutorado em Antropologia Social intitulada intitulada ” Trans tornando o campo do Direito: uma análise da construção da categoria transexual na doutrina jurídica brasileira e seus efeitos no reconhecimento das pessoas trans como sujeito de direitos” nesta segunda-feira, dia 25 de setembro de 2017.

Parabéns a mais nova doutora do NIGS!

El Coño Insubmisso

14/09/2017 20:31

A Marcha Mundo de Mulheres por Direitos aconteceu no dia 02 de agosto de 2017, junto com o 13º Mundo de Mulheres e 11º Fazendo Gênero. Ao som de gritos de ordem, batuques e canções mais de 10 mil participantes marcharam pelo centro de Florianópolis reinvidicando os direitos das mulheres e a construção de uma sociedade igualitária.

A presença de diferentes grupos de mulheres dos mais variados países do mundo ilustrou a temática do 13º Mundo de Mulheres e 11º Fazendo Gênero deste ano: “Transformações, Conexões, Deslocamentos”, sendo as ruas de Florianópolis o palco para a atuação e construção de diversos feminismos com uma grande diversidades de pautas.A pauta sobre a Demarcação de terras fora uma das principais, levantada pelas mulheres indígenas que estavam em peso e aderida por todas as mulheres participantes. Mulheres negras, indígenas, lésbicas, transexuais, travestis e cisgênero de todo o Mundo entoavam seus gritos de lutas com muito gingado e consciência política e social.

A equipe do NIGS esteve presente na Marcha Mundo de Mulheres por Direitos com a presença e performance do “Coño Insumisso”, da Buceta Insubmissa. A construção do Coño surgiu após a participação da equipe no evento do Café (Psico) Antropológico) “El Coño Insubmisso: estudos de gênero e Andaluzia”. O evento tinha como objetivo promover o debate sobre as manifestações realizadas por grupos feministas na região da Andaluzia -Espanha, contra o controle do corpo da mulher pelo Estado e pela Igreja. Através do diálogo com pesquisadoras e pesquisadores espanhóis a equipe soube que três mulheres feministas manifestantes do movimento estavam sendo processadas e correndo o risco de serem presas pela participação da manifestação do Coño Insubmisso na cidade de Sevilha. Como forma de apoio a estas mulheres a ao movimento construímos no sábado na Tenda de Mulheres do 13º Mundo de Mulheres e 11º Fazendo Gênero a versão brasileira do Coño, a Buceta Insubmissa. Durante a marcha o apoio a causa era visivel, as mulheres a todo o tempo elogiavam e tiravam fotos, demostrando apreço e apoio a liberdade dos corpos das mulheres.

Além do apoio as companheiras feministas de protesto contra toda a forma de controle dos corpos das mulheres, seja pelo Estado ou pela Igreja, a equipe NIGS procurou promover a reflexão das estruturas de nossa sociedade a partir de uma forma artística e lúdica, bem como a reivindicação da não criminalização de expressões artísticas e dos movimentos sociais.

Pela liberdade dos corpos das mulheres!
Pela não criminalização dos movimentos sociais!

Confira algumas fotos da participação do Coño Insubmisso na Marcha Mundo de Mulheres por Direitos:

NIGS – Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades comemora 26 anos com série de encontros

14/09/2017 15:28

As atividades de comemoração dos 26 anos do NIGS começaram com o Café (Psico) Antropológico “El Coño Insubimisso – Estudos de Gênero em Andaluzia” realizado dia 28 de julho de 2017 em parceria com a Rede LIESS no Teatro da UFSC.

A principal comemoração dos 26 anos do NIGS aconteceu na quarta 02 de agosto de 2017 durante o 13º Mundos de Mulheres e 11º Fazendo Gênero. O encontro, em torno do tema “Maternidades reais e simbólicas”, contou com a equipe atual e muitas egressas do NIGS e alunas e alunos do PPG-NEIM UFBA, que vieram em peso prestigiar o encontro, colegas da Universidade de Cabo Verde e também um grupo de francesas do EGALES- Lyon, além de muitas outras pessoas interessadas no tema, num total de 80 participantes.

Foi um momento de troca de carinhos, aprendizados e experiências. Teve ciranda, videos, café, e produção de cartazes. Debatemos sobre os diferentes tipos de maternidades, como conciliar a maternidade real com a vida acadêmica, os desafios de ser mãe e estudante, a solidão materna devido a individualização do cuidado com os filhos, fruto da ausência de estruturas de cuidado. Novas paternidades foram incentivadas com o dialogo da licença paternidade. As maternidades de mulheres negras e indígenas foram constantemente lembradas, assim como a paternidade de homens trans. Desbiologizar o instinto materno e promover políticas públicas como creches e o fomento da responsabilidade social no cuidado das crianças, retirando a responsabilidade única da mulher, foram também demandas levantadas pelos diferentes grupos.

O espaço da sala 323 estava repleto com a energia das crianças que por ali circulavam livremente, mostrando que o ambiente universitário pode e deve acolher as filhas e filhos das mães que são estudantes.

Na quinta feira a tarde houve o lançamento do Livro “Antropologia, Gênero e Educação” organizado pelas professoras Tânia Welter, Miriam Pillar Grossi e Mareli Graupe. O livro traz os resultados do projeto PRONEM FAPESC/CNPQ Antropologia, Gênero e Educação em Santa Catarina, coordenado pelo Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da UFSC em parceria com equipes de pesquisa da UFFS, UNIPLAC e UNISUL vinculadas a cursos de graduação e pós-graduação em Ciências Sociais e Educação. Seu lançamento contou com uma rica sessão de autógrafos, no Hall da Reitoria, de algumas das escritoras: Clecí Terezinha Lima de Lins,Emilia Haline Dutra , Lino Gabriel Nascimento dos Santos,Lucia Burigo de Sousa, Lúcia Helena Matteucci, Mareli Eliane Graupe, Miriam Pillar Grossi,Rafael Fernando Lewer e Tânia Welter.

A comemoração dos 26 anos do NIGS encerrou-se no sábado 5 de agosto de 2017 com a Jornada NED-NIGS “Ética do Cuidado, Feminismo e Deficiências” realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. A jornada contou com conferencia de Claudia Fonseca (UFRGS), e de pesquisadoras e pesquisadores dos estudos sobre deficiência, gênero e feminismo, que discutiram ao longo do dia sobre a categoria cuidado, contribuições das temáticas oriundas dos estudos feministas sobre deficiência e as ações e desafios para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, que oportunize todos os acessos a qualquer tipo de cidadães, independente de raça,gênero, classe, credo,cultura e necessidades físicas e mentais. Uma sociedade sem padrões de normalidade, uma sociedade que respeite e compreenda as diversidades.

26 anos de NIGS foram assim muito bem comemorados e agradecemos a presença de todas que vieram somar à nossa energia de celebração!

Confira algumas das fotos dos 26 anos e do lançamento do Livro “Antropologia, Gênero e Educação”:

Café (Psico) Antropológico acontece neste dia 31 de agosto

30/08/2017 16:20
O Projeto Café (Psico) Antropológico desta edição convida para  exibição e debate dos documentários: “Egon, meu irmão” (NAVI, 2010) e “Egon Schaden aos Cem anos” (Plural Filmes, 2013). Após acontecerá a mesa redonda “Egon Schaden e a presença da Antropologia brasileira na Alemanha” onde serão apresentados resultados da pesquisa realizada na Alemanha por Tânia Welter (UFSC) e Pedro Martins (UDESC).
 
Quando: 31 de agosto de 2017 (Quinta-feira)
Horário: 19h00
Local: Auditório do Bloco Amarelo do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
As atividades serão coordenadas pela professora Miriam Pillar Grossi (UFSC) e debatidas pelo professor Oscar Calavia Sáez (UFSC).
O evento é organizado pelo Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem (NAVI), Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) e Núcleo de Pesquisa em Práticas Sociais (NUPRA), em parceria com o Instituto Egon Schaden (IES).
 O evento é gratuito e aberto à comunidade.

NIGS convida para a Mesa de Debates Sobre Resistência e Visibilidade Lésbica

26/08/2017 20:20

Convidamos a todas e todos para participarem da Mesa de Debates Sobre Resistência e Visibilidade Lésbica!

Quando: Terça feira 29 de agosto de 2017
Horário:Das 19h às 22h
Local: Auditório do Centro de Ciências da Saúde – CCS/UFSC

PROGRAMAÇÃO:
19h00 – Abertura

Sapatão: Desobedecendo à Norma.
Ministrante: Ca Butiá

A hetero-cis-norma da/na medicina: (re)pe(n)sado os corpos, as práticas e o (auto)cuidado à saúde
Ministrante: Ana/Alejandro Mujica

Sapatravestilidades: Corpos e Afetos Possíveis
Ministrante: Raíssa Éris Grimm

Maternidades Lésbicas
Ministrante: Ana Amorim

Debatedora: Miriam Pillar Grossi

Venha participar desta Mesa pela Resistência e Visibilidade Lésbica!

Ciclo de Vídeo-Aulas do V Curso de Curta Duração em Gênero e Feminismo

25/08/2017 09:42

O Ciclo de Vídeo-Aulas do V Curso de Curta Duração em Gênero e Feminismo já está disponível online! Não deixe de conferir!

Promovido pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG/CFH), o Curso de Curta Duração em Gênero e Feminismo foi  ministrado por docentes e pesquisadores/as da UFSC e da UDESC e aberto a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadoras/es, educadoras/es, servidoras/es e gestoras/es públicas/os, e ativistas que atuam no campo dos estudos feministas e de gênero.

Oferecido de forma concentrada em três dias, com 30 horas aula, o curso objetivou:
a) promover a formação e a atuação no campo dos estudos feministas e de gênero;
b) fazer conhecer as principais questões em debate atualmente neste campo;
c) articular e estimular a criação de Núcleos de Estudos de Gênero nas diversas instituições envolvidas;
d) permitir maior integração entre pesquisadores/as dos diferentes núcleos de pesquisa da UFSC, UDESC e outras instituições de Santa Catarina em vista da articulação de redes de pesquisa e ativismo;
e) estimular a presença de pesquisadoras/es de outros lugares do Brasil em atividades do IEG/UFSC em Florianópolis.

Link para acesso Ciclo de Video-Aulas V CCD: https://www.youtube.com/playlist?list=PLzBTv1wWZ0_d6Zt_k74sSzk6uVYGjPB8D

Link para Bibliografia do Curso: https://drive.google.com/drive/folders/0Bwnfaik5cJzZY0k1QUFsYjFaUjA

Confira!

LUTAS DAS MULHERES EM MOÇAMBIQUE:

07/08/2017 10:02

Entre o Local e o Global. Discursos, Práticas e Desafios Epistemológicos.

Profa. Dra. Isabel Casimiro (Universidade Eduardo Mondlane – Moçambique)

AULA 1 – Epistemologias feministas Africanas e moçambicanas, em relação com os feminismos, a academia e o ativismo em Moçambique (bibliografia)

AULA 2 – Ciências Humanas em Moçambique. Apresentação de filme sobre Moçambique e debate com Isabel Casimiro, Hélder Pires Amâncio e Ilka Boaventura Leite (bibliografia)

AULA 3 – Feminismos e articulações nacionais, regionais e internacionais: políticas públicas, de gênero (relações Estado e sociedade civil, criminalização dos movimentos sociais) (bibliografia)

AULA 4 – Nacionalismos, luta armada de libertação nacional, partidos pós independência e sua relação conturbada com os movimentos de mulheres, sobretudo os feministas. Apresentação do documentário da Holandesa Ike Bertels Guerrilla Grannies. How to live in this world. (bibliografia)

AULA 5 – Movimento das jovens feministas e relações entre gerações de feministas moçambicanas. (bibliografia)

 

Equipe NIGS convida para o lançamento do Livro “Antropologia, Gênero e Educação em Santa Catarina”

27/07/2017 13:58

Sintam-se convidadas e convidados para o lançamento do livro “Antropologia, Gênero e Educação em Santa Catarina” organizado pelas professoras Tânia Welter, Miriam Grossi e Mareli Eliane Graupe.

O livro traz os resultados do projeto PRONEM FAPESC/CNPQ Antropologia, Gênero e Educação em Santa Catarina, coordenado pelo Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da UFSC em parceria com equipes de pesquisa da UFFS, UNIPLAC e UNISUL vinculadas a cursos de graduação e pós-graduação em Ciências Sociais e Educação.

Os artigos publicados ilustram os principais temas e objetos de estudo desenvolvidos no Projeto e foram escritos por Emilia Haline Dutra , Lino Gabriel Nascimento dos Santos, Miriam Pillar Grossi, Daniel Machado da Conceição e Jaison José Bassani da UFSC, Adriana Zomer de Moraes, Tânia Mara Cruz e Gabriela da Silva da UNISUL, Clecí Terezinha Lima de Lins, Mareli Eliane Graupe, Lucia Burigo de Sousa e Lúcia Helena Matteucci da UNIPLAC, Tarcisio Brighenti, Rafael Fernando Lewer, Maria Alice Canzi Ames e Tânia Welter da UFFS.

A formação de estudantes e professoras/es e violências de gênero, homo-lesbo-transfobia e racismo no espaço escolar são os dois grandes eixos temáticos do livro, que traz o resultado de investigações e atividades desenvolvidas em escolas e universidades. Buscando entender os complexos processos de formação e (re)produção de valores sociais no campo da Educação, os textos publicados contribuem para o conhecimento da escola neste momento em que observamos grandes transformações sociais na sociedade brasileira.

Quando: 03 de agosto ( quinta-feira)

Horário: 16h00 às 17h00

Local: Hall da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina

NIGS comemora 26 anos com encontro da Rede NIGS e Rede LIESS no 13º Mundo de Mulheres (MM) e 11º Fazendo Gênero (FG)

27/07/2017 12:37

É com imenso prazer que convidamos todxs xs integrantes da rede NIGS e todxs xs integrantes da rede LIESS para participarem do encontro de comemoração dos 26 anos do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades da UFSC.

Quando: 02 de agosto

Local: Sala 323 do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC)

Horário: 09h00 às 12h00

Este ano o encontro acontecerá junto as atividades do 11º Fazendo Gênero e 13º Mundo de Mulheres. E seu tema será “MATERNIDADES: Reais e Simbólicas” tendo dois eixos:

a) Experiências de maternidade (parto, amamentação, divisão sexual do trabalho, articulação com vida acadêmica….)

b) Formação de estudantes (criação de núcleos, experiências de orientação na graduação e pós-graduação, projetos de extensão…)

Relembramos que bebês e crianças de todas as idades serão bem-vindas no encontro.

As inscrições devem ser feitas pelo e-mail:

Café (Psico) Antropológico apresenta: “El Coño Insumiso”

26/07/2017 16:41

Convidamos a todas e todos para participarem do Café (Psico) Antropológico realizado esta semana!

O Projeto Café (Psico) Antropológico desta edição promove o debate e exibição de vídeos sobre “El Coño Insumiso: estudos de gênero e sexualidade em Andaluzia”  e conta com a presença de professores estrangeiros para a promoção do debate : Begoña Sanchez Torrezon (Universidad de Cadiz), José Maria Vascuende del Rio (Universidad Pablo Olavides), Maria Marco (Universidad Pablo Olavides) e Rafael Caceres Feria (Universidad Pablo Olavides)

Quando: 28 de julho ( sexta-feira)

Horário: 19h00

Local: Teatro da UFSC ( ao lado da Igrejinha UFSC)

A atividade é uma parceria entre os cursos de Antropologia e de Psicologia, da UFSC e faz parte da programação de pré-eventos do 13º Mundo de Mulheres (MM) e 11º Fazendo Gênero (FG) que ocorre na UFSC na semana seguinte, de 31 de julho a 4 de agosto, e que também contará com a presença das professoras e professores convidadas e convidados.

Participe!

 

 

 

Especialização EaD em Gênero e Diversidade na Escola forma 148 profissionais

11/01/2017 23:15

A primeira edição do curso de Especialização a Distância em Gênero e Diversidade na Escola (GDE), promovido pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), financiado pelo Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação (MEC), teve dois anos de duração e acaba de graduar 148 especialistas. O curso, que já foi realizado em duas edições em nível de aperfeiçoamento, com três meses de duração, teve sua primeira turma de especialização, com aulas via plataforma Moodle e módulos presenciais em cinco cidades do estado, com temáticas voltadas ao debate sobre gênero, sexualidades, diversidades, raça e etnia e deficiência.


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Segundo as coordenadoras do GDE, as professoras Olga Regina Zigelli Garcia e Miriam Pillar Grossi, não há perspectiva de oferta de nova edição do curso pelo governo federal, apesar de haver grande procura. “Trata-se de um curso que exige recursos públicos para ser realizado, pois envolve um número significativo de professoras(es) e tutoras(es). Toda semana a coordenação do curso tem recebido mensagens de professoras(es) do ensino público interessadas em cursá-lo”, explicam.

O curso é voltado para profissionais e voluntários que trabalham com a educação. A iniciativa é aplaudida pelas docentes como um espaço de formação por uma sociedade mais igualitária. “A escola é um dos espaços de socialização mais marcantes do viver humano. Com este olhar, o curso visou à formação de professoras(es) da rede pública municipal, estadual e federal de ensino, em gênero, sexualidade, orientação sexual, relações étnico-raciais e deficiências, a fim de capacitá-las(os) para atuarem na educação formal, promovendo a igualdade e equidade, através da articulação e implantação destas temáticas no contexto escolar. O principal ganho é a instrumentalização de multiplicadoras(es) nas temáticas abordadas”, ressalta Olga Zigelli.

As coordenadoras destacam que houve um esforço para que houvesse o mínimo de evasão possível. Miriam Grossi explica que esta edição do curso iniciou-se com 240 cursistas, metade nas proximidades de Florianópolis, a outra metade dividida entre os polos de Concórdia, Laguna, Praia Grande e Itapema, onde aconteciam os encontros presenciais. Houve evasão de 92 estudantes, sendo que cerca de 30 não chegaram a iniciar o curso. “Nós tivemos o compromisso pedagógico com a inclusão e com a não-evasão. Reforçávamos sempre que o curso custa quase R$ 1 milhão para o Ministério da Educação, e quanto menos cursistas se formarem, mais caro vai significar a formação de cada uma(um). Continuar no curso é também um compromisso social”, reforça Miriam.

A pedagoga e formanda do GDE, Aparecida Takigawa, aponta que o curso lhe proporcionou um olhar diferenciado sobre conceitos e a interdisciplinaridade das questões raciais e de gênero. “São informações que abrem os olhos, possibilitam uma formação muito mais abrangente. Não existe formação completa, a ciência muitas vezes deixa de considerar a subjetividade humana. Por isso eu acredito que esse tipo de informação deve chegar a todos(as), não só o educador, mas outros cientistas, os aplicadores das leis, profissionais em geral. Foi um curso muito bom”, elogia.

Durante o curso atuaram como tutores, orientadores e arguidores de TCCs aproximadamente 70 estudantes de pós-graduação, atuando nas 12 disciplinas oferecidas em seis módulos de dois meses cada. O curso foi acompanhado por oito tutores presenciais e aproximadamente 40 a distância. A orientação dos TCCs ficou a cargo desses professores e tutores, além de 75 docentes e pesquisadores de todo o Brasil, especialistas nos temas escolhidos pelos cursistas. Durante as defesas dos TCCs, ocorridas em 10 e 17 de dezembro de 2016, foram mobilizados em torno de 100 professores e pesquisadores para integrar as bancas.

As coordenadoras do GDE destacam que os tópicos do curso, que abordam temas como preconceito, homofobia, racismo e sexismo, foram refletidos em mudanças de postura dos próprios alunos. “Os TCCs refletiram a percepção e mudança de comportamentos, apresentando propostas inovadoras que traduzem o respeito à diversidade humana e a promoção da equidade”, ressaltam. “Trata-se, sem dúvida, de uma experiência exemplar de política pública federal que permitiu uma intensa articulação da Universidade com a comunidade”, destacam.

A professora Raquel Mombelli, que orientou três trabalhos, afirma ter constatado avanços no processo de formação acadêmica das profissionais. “As pesquisas realizadas resultaram desse processo sério e extremamente necessário de produção de profissionais amadurecidos teoricamente e didaticamente, e com capacidade de produção de reflexões refinadas e aprofundadas sobre a temática das relações étnico-raciais, da mulher e da criança negra no espaço escolar, do preconceito e do racismo”, salienta. “Não tenho dúvidas que essas(es) profissionais farão a diferença nos espaços em que estão inseridas, chamando a atenção para a urgência de trabalhos e pesquisas nessa temática e na capacitação continuada dos professores”, complementa.GDE_orient

“O curso existe há 13 anos e infelizmente, a atual conjuntura de desmonte das políticas sociais e e de direitos étnicos e coletivos quase impossibilitou a conclusão dessa edição do GDE. Espero que cursos como esses possam continuar, se proliferar e se fortalecer ainda mais, pois a superação do racismo, do preconceito, da homofobia, da intolerância religiosa, das desigualdades étnico-raciais e de gênero só serão superadas pelo caminho da educação”, salienta Raquel.

Os TCCs estarão disponíveis para consulta no repositório da Biblioteca Universitária da UFSC a partir do dia 1º de fevereiro, e serão também apresentados durante a 13ª edição do Women’s Worlds Congress e 11º Fazendo Gênero, eventos simultâneos promovidos pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG) da UFSC, de 30 de julho a 4 de agosto.

Mayra Cajueiro Warren
Jornalista da Agecom/UFSC

CAFÉ ANTROPOLÓGICO

08/12/2016 12:09

 

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Café Antropológico convida para exibição e debate do documentário: QUEM MATOU ELOÁ? de Lívia Perez

 

Quando:

08 de dezembro às 18:30

Onde:

Casa da Memória

R: Padre Miguelito, 58 – Centro

Florianópolis – SC

 

 

Simpósio [Trans] Gênero e Religião

18/11/2016 14:30

[Trans] Gênero e Religião: Diversidades, Resistências e Afetos

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Estão abertas inscrições para Minicursos, Pôster e Comunicação Oral e ainda ouvintes:

GT 1. (Trans) Gênero & Religião

GT 2. (Des)patologizando e (des)psiquiatrizando corpos desviantes da norma heterossexual e cisgênera

GT 3. Mulheres, religião e mídia: as violências naturalizadas

Minicurso 1. Sexo, gênero e orientação sexual: funções e disfunções na sociedade contemporânea

Minicurso 2. Religião a partir da perspectiva não-binárie: percursos acadêmicos e militantes

Minicurso 3. Telenovela Gabriela (2012) como dispositivo pedagógico para pensarmos relações de gênero

As inscrições e mais informações sobre o evento estão disponíveis no site:

 http://generoereligiao.wixsite.com/simposio

REVISTA CIÊNCIA E SAÚDE – edição 21.10

21/10/2016 10:38

Deficiência, Família e Sociedade : Ciência & Saúde Coletiva – edição 21.10 (outubro/2016)

Anahi Guedes, pesquisadora do Nigs, teve seu artigo selecionado para a Revista Ciência e Saúde – edição 21.10, publicada pela ABRASCO (Associação Brasileira de Saúde Coletiva), qual examina o tema da deficiência e sua abordagem pela saúde pública no Brasil e no mundo. Os trabalhos ressaltam as mudanças e tensões na compreensão conceitual da deficiência, na virada do Século XXI, e com isso se reflete em atitudes, práticas e políticas.

fonte: https://goo.gl/gGjODb

 
 
Deficiência, incapacidade e vulnerabilidade: do capacitismo ou a preeminência capacitista e biomédica do Comitê de Ética em Pesquisa da UFSC – Anahi Guedes de Mello

Acesse aqui o artigo:

 https://goo.gl/rPKxve

2016-08-01 11-27-20

NIGS REPRESENTA O DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA NO 26º SIC (Seminário de Iniciação Científica)

20/10/2016 16:03

Quando: 21/10/2016 às 11:00 hrs

Onde: Centro de Eventos UFSC | Sala: Goiabeira

Suzana Martins Costa graduanda de Antropologia e pesquisadora do NIGS, teve seu trabalho selecionado para o 26º Seminário de Iniciação Científica como bolsista do Projeto de Extensão Papo Sério – promovido e executado pelo Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades da UFSC no ano de 2015.

O trabalho apresenta o Projeto Papo Sério, ao longo dos nove anos (2007-2015), exibindo a vivência e a formação dos e das estudantes das escolas públicas da Grande Florianópolis. Deste modo, relata as quatro principais ações que fomentam a iniciativa do projeto: formação teórica das pesquisadoras e dos pesquisadores; prática de oficinas e docência; participação em datas comemorativas (como 8 de Março, Dia Contra Homofobia, Semana da Visibilidade Lésbica); e a realização do Concurso de Cartazes sobre Lesbo, trans, homofobia e heterossexismo nas escolas.

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Assista o vídeo aqui:

https://goo.gl/fyYW9e

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